A estimativa para a ferrovia entre Mafra e São Francisco do Sul, com segmento em Joinville, é de ampliar a movimentação em patamar próximo de 75% até 2050. A expectativa de demanda faz parte dos estudos para a concessão do lote Corredor Paraná-Santa Catarina, um dos três lotes da divisão da Malha Sul. As audiências públicas serão realizadas em julho. As etapas seguintes, conforme o cronograma do Ministério dos Transportes, serão de lançamento do edital em dezembro e realização do leilão em março.
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Atualmente, a ferrovia de 212 km movimenta 3 milhões de toneladas, em grãos para exportação pelo Porto de São Francisco do Sul. A expectativa é de chegar a 3,5 milhões de toneladas em 2030. Para 2050, a projeção chega a 5,3 milhões. Ou seja, em período de menos de 25 anos, a elevação chega a 74%.
O estudo sobre a estimativa de demanda leva em conta no cálculo a entrada em operação de outras ferrovias em regiões de elevada produção agrícola. Além da movimentação pelo direito de passagem, haverá aumento da carga própria.
A ferrovia no Norte de Santa Catarina é a única em operação da Malha Sul no Estado. Na futura concessão do Corredor Paraná-Santa Catarina – a atual vence em março de 2027, mas deverá ser prorrogada por dois anos, os investimentos na ferrovia entre Mafra e São Francisco do Sul serão de R$ 608 milhões. A linha será modernizada com novos trilhos e dormentes, entre outras melhorias.
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