Previsto como possibilidade, o banco submerso com até um milhão de metros cúbicos de areia, não fará parte do alargamento de praias em Itapoá. O chamado “banco da Princesa”, denominação em referência à proximidade com a praia Princesa do Mar, foi suprimido no contrato, com inclusão de mais sedimentos em uma das praias contempladas na recomposição costeira.

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A medida foi tomada como forma de garantir a quantidade de sedimentos necessária para atender a extensão do alargamento prevista na licença ambiental. O aditivo no contrato trouxe outras mudanças em relação às quantidades de areia a serem depositadas na orla de Itapoá. O material está sendo trazido da dragagem do canal externo da baía da Babitonga. Com a revisão, o custo das obras, com a fiscalização, está em R$ 327 milhões. Até, a execução do alargamento alcançou 57% da extensão de praia prevista. O trabalho contratado pelo Porto de São Francisco do Sul, com antecipação de receitas portuárias pelo Porto Itapoá, deve ser concluído no segundo semestre.

O “banco da Princesa” era opcional e, caso viesse a ser implantado, seria de forma experimental. A formação submersa de areia, localizada nas proximidades da costa, também seria uma forma de enfrentar a erosão costeira, afinal o banco de sedimentos ajuda na “quebra” das ondas, com redução da energia das ondulações.

Mapa das obras

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