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    Classificação de risco

    Para recuar na matriz já na próxima semana, Joinville precisa buscar redução inédita na pontuação

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    Saavedra
    Por Saavedra
    08/10/2020 - 13h36
    Secretaria de Saúde de Joinville está analisando indicadores da matriz, incluindo oferta de leitos
    Secretaria de Saúde de Joinville está analisando indicadores da matriz, incluindo oferta de leitos (Foto: Divulgação)

    A Secretaria de Saúde de Joinville está analisando nesta quinta-feira a atualização da matriz de risco do governo do Estado para tentar apurar porque a região não saiu do nível “grave”. Um dos motivos pode ser nova alteração em indicadores, envolvendo oferta de leitos gerais de UTI. Além disso, as ações realizadas no município teriam efeito a partir de 14 dias, ou seja, o impacto será observado na próxima semana.

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    A permanência em situação “grave” reforça a intenção da secretaria de não promover mais flexibilizações a curto prazo. Caso a atualização da próxima semana não apontar recuo para a grau “alto”, as aulas presenciais não serão retomadas no dia 20 de outubro. Para alcançar esse patamar, será preciso uma redução em proporção inédita desde julho, quando a região chegou ao nível de maior gravidade.

    A expectativa era de recuo para risco “alto” já na atualização desta semana. Mas a previsão da Secretaria de Saúde de Joinville não só não se confirmou, como a pontuação acabou subindo, passando de 2,5 para 2,75. Se subir para o 3, volta ao “gravíssimo” e será preciso rever parte das flexibilizações permitidas nas últimas semanas. Para recuar para “alto”, é preciso chegar a 2, ao menos.

    A Secretaria de Saúde de Joinville avalia a nova matriz e mantém a convicção sobre a possibilidade de melhoria da próxima atualização. A redução nas mortes por coronavírus é uma das alegações. Para a matriz recuar para risco “alto”, a regional Nordeste terá de reduzir a pontuação em pelo menos 0,75 ponto – descer de 2,75 para 2.

    Nas últimas quatro atualizações da matriz, apenas uma das 16 regiões, Xanxerê, conseguiu recuar 0,75 ponto entre atualizações consecutivas (foi entre 22 de setembro e 1º de outubro, período no qual houve mudanças nos critérios da matriz). O maior recuo da região de Joinville entre duas semanas foi no dia 1º de outubro, quando passou de 3 para 2,5 pontos.

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