Anunciada na última quarta-feira, a CPI da Saúde ainda não tem previsão de instalação na Câmara de Joinville. O autor do requerimento, o vereador Cláudio Aragão (MDB) continua aguardando por mais adesões. Desde a semana passada, o pedido conta com assinaturas de oito vereadores, número suficientes para a abertura da apuração – o mínimo é sete. O vereador quer um número maior para que a CPI inicie “mais forte”.

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Aragão acredita que o protocolo seja feito ainda nesta terça-feira. O vereador de oposição tem as assinaturas em um requerimento em papel. No momento do cadastro digital, será preciso novo registro digital. O pedido de CPI é para apurar as filas na saúde, falta de medicamentos e dengue, entre outros temas.

A base governista reagiu na sessão de segunda-feira, com críticas de parte dos vereadores à iniciativa. A CPI foi apontada como “politiqueira”, foram lembradas limitações orçamentárias para a ampliação da capacidade de atendimento e de que não há irregularidades na gestão. Os defensores da CPI alegam que a população está cobrando melhorias na saúde e a apuração seria uma forma de buscar soluções.

A prefeitura não se manifestou sobre o pedido de CPI. Na segunda-feira, foi anunciada mudança da Secretaria de Saúde de Joinville, com Tânia Eberhardt como futura titular, no lugar de Andrei Kolaceke – que havia pedido demissão há um mês.

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