nsc
    nsc

    MATRIZ DA PANDEMIA

    Por que Joinville e região podem permanecer no risco “gravíssimo” até fevereiro

    Compartilhe

    Saavedra
    Por Saavedra
    22/12/2020 - 12h34 - Atualizada em: 22/12/2020 - 12h41
    Indicador das Internações hospitalares está com pontuação elevada na matriz
    Indicador das Internações hospitalares está com pontuação elevada na matriz (Foto: Divulgação)

    As estimativas da Secretaria de Saúde de Joinville indicam que a região Nordeste dificilmente vai deixar o risco “gravíssimo” na matriz do governo do Estado para a pandemia antes do início de fevereiro. A região está com nota 3,75 (em escala até 4) e precisaria recuar para pelo menos 3 para voltar para o nível grave. O tema foi abordado pelo secretário de Saúde, Jean Rodrigues da Silva, em entrevista à Rádio CBN Joinville na manhã desta terça-feira. Jean vai permanecer no cargo no governo Adriano Silva.

    > Joinville registra dez novas mortes por coronavírus, segundo dados do Estado

    > Quer receber notícias de Joinville e Norte de SC por WhatsApp? Clique aqui

    No final de novembro, quando a região de Joinville voltou para a situação de maior gravidade na escala, a expectativa era de recuo para “grave” somente no início de janeiro. No entanto, houve recentes mudanças parciais em indicadores da matriz e, aliado à possibilidade de impactos de eventuais aglomerações nas festas de fim de ano (caso não sejam respeitadas as medidas de prevenção), a avaliação foi revisada. Por isso, o recuo passou a ser esperado para o começo de fevereiro.

    O resultado da matriz de risco ganhou mais importância em Joinville porque a cidade está mais alinhada com as diretrizes do governo do Estado. No caso de parques aquáticos, hotéis, eventos, feiras e competições esportivas, entre outras atividades, a capacidade máxima de ocupação depende da classificação de risco de cada cidade.

    A região Nordeste está com pontuação máxima (4) em três dos quatro indicadores. São os critérios referentes aos novos casos, casos ativos, ocupação de UTIs e parcela de casos de coronavírus confirmados entre casos suspeitos.

    Deixe seu comentário:

    Últimas do colunista

    Loading...

    Mais colunistas

      Mais colunistas