Com vitória por um voto na Câmara, Prefeitura de Joinville adia pagamento de R$ 111 milhões ao Ipreville

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Suspensão dos pagamentos será permitida até o final do ano (Arquivo AN)

Em votação na noite desta quarta-feira, com resultado apertado, a Câmara de Vereadores de Joinville aprovou o projeto da prefeitura para a suspensão dos pagamentos do Executivo ao Ipreville, o instituto de previdência municipal. O adiamento está previsto na lei federal de auxílio aos Estados e municípios para amenizar os impactos econômicos da pandemia de coronavírus. A legislação previa chancela das câmaras de vereadores. A vitória do governo Udo Döhler foi apertada, por dez votos, contra nove contrários – o Legislativo de Joinville tem 19 vereadores. 

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A “economia” momentânea da prefeitura será de pelo menos R$ 111 milhões. Até o final do ano, o município deixa de pagar a cota patronal e as parcelas do déficit atuarial (pagamentos para garantir o pagamento das aposentadorias e pensões no futuro). Mas o montante poderá chegar a R$ 147 milhões se forem incluídos os pagamentos das rolagens das contribuições patronais. Só que essa possibilidade ainda depende de regulamentação. O desembolso recomeça em janeiro de 2022, com pagamentos diluídos nos saldos devedores.

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O projeto aprovado não traz nenhuma alteração para a contribuição dos servidores. O Sindicato dos Servidores de Joinville considera a proposta “calote” da prefeitura ao Ipreville. Pelas redes sociais, houve pressão de servidores em defesa da rejeição da proposta, inclusive durante a sessão desta noite.

COMO FOI A VOTAÇÃO

A favor do projeto

Adilson Girardi (MDB)

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Claudio Aragão (MDB)

Fabio Dalonso (PSD)

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Lioilson Correa (PSC)

Mauricinho Soares (MDB)

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Natanael Jordão (PSC)

Pelé (MDB)

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Richard Harrison (MDB)

Roque Mattei (MDB)

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Wilson Paraíba (PROS)

Contra o projeto

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Ana Rita Negrini Hermes (Cidadania)

Iracema do Retalho (PSDB)

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Jaime Evaristo (PSC)

James Schroeder (PDT)

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Maurício Peixer (PL)

Ninfo König (PL)

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Odir Nunes (PSDB)

Rodrigo Fachini (PSDB)

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Tânia Larson (PSL)