No relatório divulgado até agora, a revisão do Plano Viário de Joinville não aborda a possibilidade de utilização de modais como veículos leves sobre trilhos (VLTs) ou modelos semelhantes, ainda que sejam tratados de investimentos também a longo prazo (até 2050).
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Já a necessidade de estudos sobre o transporte de passageiros por meio da atual ferrovia ou pela Babitonga, incluindo o rio Cachoeira, é apontado no estudo. A prefeitura de Joinville fez audiência sobre o Plano Viário na próxima semana. Até o início de 2023, a proposta será encaminhada à Câmara de Joinville.
A Secretaria de Planejamento Urbano alega que outras modalidades, como os VLTs, não estão descartadas. A ampliação dos corredores de ônibus, com plano de ampliar as vias dos atuais 31 km para mais de 300 km, seria também uma forma de reservar espaços para os outros modais, caso seja essa a opção no futuro.
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Na segunda metade dos anos 2000 e na década passada, os VLTs – e até o metrô de superfície – motivavam debates sobre o futuro da mobilidade de Joinville. Traçados foram sugeridos e até uma missão da prefeitura conheceu modelos de outros países. Mas a demanda da passageiros foi considerada insuficiente para bancar os investimentos em outros modais e o tema foi praticamente esquecido.
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