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    PROPOSTA DE ALÍQUOTA MAIOR

    “Volta” da reforma da Previdência em Joinville leva sindicato a marcar assembleia virtual

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    Saavedra
    Por Saavedra
    03/09/2020 - 18h54
    Se a reforma for aprovada, alíquota previdenciária paga para repasse ao Ipreville sobe de 11% para 14%
    Se a reforma for aprovada, alíquota previdenciária paga para repasse ao Ipreville sobe de 11% para 14% (Foto: Arquivo pessoal)

    A possibilidade de votação da reforma da Previdência está levando os servidores municipais de Joinville a retomarem a possibilidade de realizar paralisação ou entrar em greve contra o projeto em análise na Câmara, a pedido da prefeitura. A discussão será realizada na assembleia virtual marcada para a próxima terça-feira pelo Sindicato dos Servidores Municipais de Joinville (Sinsej). A direção do sindicato aponta momento “delicado”, mas alega que o momento é de valorização dos servidores, principalmente de quem está na linha de frente no combate à pandemia. Há outras queixas da categoria.

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    A reforma da Previdência prevê elevação da alíquota previdenciária dos servidores de 11% para 14%. Ou seja, o desconto será maior, se aprovado, para pagamento ao Ipreville, o instituto de previdência municipal. A proposta seria votada na Câmara em fevereiro, mas mobilização do funcionalismo, inclusive com paralisação parcial, impediu a análise em plenário. A proposta enviada pela prefeitura voltou a ser analisada há suas semanas e tem chances de votação nas próximas sessões. Já houve mobilização de resistência no início da semana.

    O governo Udo alega que está cumprido uma determinação legal na elevação da alíquota, uma decorrência da reforma nacional da Previdência, aprovada em 2019. O Sinsej alega que não há necessidade e solicita o arquivamento da proposta pelos vereadores. Há também insatisfação com a ausência de reajuste. “Ou seja, com a alíquota maior e sem a reposição da inflação, os servidores vão ficar com os salários, já historicamente defasados, reduzidos em 6%”, diz a presidente do Sinsej, Jane Becker. Também não há concordância com a retomada das aulas presenciais a partir do dia 13 de outubro por causa dos riscos da pandemia.

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