Entenda o que é o Drex e qual a diferença entre o real digital e o Pix

Nova moeda está prevista para chegar ao consumidor entre o fim de 2024 e início de 2025

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real digital

(Foto: Arte NSC)

O Banco Central revelou nesta segunda-feira (7) o nome do real digital: Drex. Apesar de muitos brasileiros terem comparado a nova moeda com o Pix — tecnologia que existe desde 2020 —, há diferenças entre os dois recursos.

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Como vai funcionar o Drex?

A ideia, segundo o BC, é que o Drex seja usado no atacado para serviços financeiros, funcionando como um Pix, que existe desde 2020. O consumidor terá de converter reais em Drex para enviar dinheiro e fazer o contrário para receber dinheiro.

Prevista para chegar ao consumidor no fim de 2024 ou início de 2025, o Drex só funcionará como uma moeda de atacado, trocada entre instituições financeiras. O cliente fará operações com a moeda digital, mas não terá acesso direto a ela, operando por meio de carteiras virtuais.

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O processo vai funcionar assim: o cliente (pessoa física ou empresa) deverá depositar em reais a quantia desejada numa carteira virtual, que converterá a moeda física em Drex, na taxa de R$ 1 para 1 Drex. Essas carteiras serão operadas por bancos, fintechs, cooperativas, corretoras e demais instituições financeiras, sob a supervisão do BC.

Após a tokenização (conversão de ativo real em ativo digital), o cliente poderá transferir a moeda digital, por meio da tecnologia blockchain. Caberá ao receptor converter os Drex em reais e fazer a retirada.

Quais as diferenças entre Drex e Pix?

O Pix é uma ferramenta de transações financeiras instantâneas, enquanto o Drex é a própria moeda em si. Ou seja, o primeiro é o meio para envio de dinheiro, e o segundo é o dinheiro a ser enviado — essa é a principal diferença.

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Além disso, no Pix, a transferência ocorre em reais e obedece a limites de segurança impostos pelo BC e pelas instituições financeiras. No Drex, a transferência utilizará a tecnologia blockchain, a mesma das criptomoedas. Isso permitirá transações com valores maiores.

*Com informações de Agência Brasil

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