Conheça o trabalho de Amanda, que acolhe mulheres em uma ONG, em Lages

"Na maioria das vezes, são histórias dolorosas", relata a voluntária social que através da solidariedade empodera pessoas

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Amanda Ferraz de Freitas relata que aproximadamente 380 pessoas que vivem em estado de carência social estão cadastradas na ONG. (Foto: Divulgação)

“Tudo que fazemos é com amor e dedicação”. É assim que a voluntária social, Amanda Ferraz de Freitas, se refere ao trabalho que realiza na ONG Casa Amarela, que acolhe pessoas em vulnerabilidade social, na cidade de Lages, na Serra Catarinense.

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Nascida em Joinville, no Norte de Santa Catarina, Amanda, de 26 anos, assim como a maioria dos brasileiros, vem de uma família que têm histórias de lutas e glórias, alegrias e tristezas, mas carrega no sangue herdado da vó e da mãe, o exemplo de amor ao próximo.

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A luta delas

Está enraizado no coração de Amanda, o sentimento de solidariedade. O cuidado com as pessoas, em especial as mulheres é para ela uma missão. Na ONG, 80% das pessoas que são acolhidas, são do sexo feminino. Cada uma tem uma história de vida que revela muito mais do que a sociedade pode ver. Muitas vezes, não progridem porque são arrimo de família, lutam com muitas dificuldades.

— Na maioria das vezes, são histórias dolorosas. Eu as ouço sem julgamentos. Auxiliar quem precisa de ajuda sempre foi uma preocupação minha. Eu já passei por dificuldades e como mulher me sinto feliz em poder ajudar mulheres que comandam lares, superam violências, barreiras e obstáculos como o preconceito e a falta de oportunidades — comenta a voluntária.  

Casa Amarela

A ONG foi criada há sete anos. No início, o trabalho era desempenhado apenas por Amanda e o marido. Depois, mais pessoas juntaram-se à causa. Atualmente, a organização não governamental conta com 12 voluntários, inclusive as filhas, Loise de 9 e Alice de 3 anos. 

— Sempre que possível minhas filhas participam das ações. Assim como eu, desde cedo elas estão aprendendo a reconhecer seu valor como mulheres e seu importante papel na construção de uma sociedade mais justa e de oportunidades para todos — conta Amanda.

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Aproximadamente, 380 pessoas que vivem em estado de carência social estão cadastradas na ONG. Durante a pandemia da Covid – 19, o trabalho foi intensificado. Em oito meses, foram distribuídas mais de 12 mil marmitas.

O sonho de Amanda é ampliar o trabalho. 

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— Meu sonho é comprar um terreno, construir uma sede própria e poder ajudar ainda mais pessoas — almeja. 

Assista a entrevista de Amanda para o projeto “Ser mulher é”:

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​Confira outras histórias inspiradoras no canal “Ser mulher é”.

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