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    Aras defende liberação de cultos: “Estado é laico, as pessoas, não”

    PGR defendeu a permissão de práticas religiosas presenciais, alegando que, além da ciência, a fé "também salva vidas"

    07/04/2021 - 16h08 - Atualizada em: 07/04/2021 - 16h54

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    Por Metrópoles
    Augusto Aras
    Augusto Aras
    (Foto: )

    No julgamento sobre a proibição de cultos e missas na pandemia, no Supremo Tribunal Federal (STF), o procurador-geral da República, Augusto Aras, disse que “o Estado é laico, mas as pessoas, não”. Ele defendeu a permissão de práticas religiosas presenciais, alegando que, além da ciência, a fé “também salva vidas”.

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    “As pessoas têm o direito de professar sua fé, direitos e garantias são postos em defesa do cidadão contra o Estado e não em favor do Estado contra cidadãos. A ciência salva vidas, a fé também. Fé e razão, que estão em lados opostos no combate à pandemia, aqui nesse debate, caminham lado a lado em defesa da vida e da dignidade humana, abrangendo a saúde física, mental e espiritual”, afirmou.

    Na semana passada, Aras defendeu a liberação das cerimônias em todo o país, com a adoção de distanciamento.

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    *Por Thayná Schuquel

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