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    Impactos da pandemia na educação

    Busca por cursos na área da saúde cresce em meio à pandemia

    Em menos de dois meses, Unicesumar tem mais de 600 novas matrículas em disciplinas da área da saúde em formato híbrido

    03/02/2021 - 09h32 - Atualizada em: 11/02/2021 - 13h30

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    Por Estúdio NSC
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    O cenário de isolamento social – e outras restrições – gerado pela pandemia de Covid-19, somado às incertezas em relação ao “novo normal” fizeram com que instituições de ensino superior buscassem alternativas para manter a qualidade dos serviços e oferecer meios para que as pessoas continuassem seus estudos. Nesse contexto, a educação a distância (EAD) deixou de ser uma alternativa e passou a ser a única possibilidade para os estudantes, e universidades que já ofereciam cursos na modalidade EAD despontaram na preferência.

    >> EAD: conheça as áreas mais buscadas para formação a distância

    Enquanto as instituições de ensino totalmente presenciais precisaram se reinventar, adquirir tecnologia e capacitar o corpo docente para atuar no ensino a distância, quem já tinha know-how na modalidade, capacidade tecnológica, professores e tutores com experiência em ensino remoto e conteúdo adaptado para o formato viu o número de matrículas crescer mesmo em meio à crise.

    — O ensino remoto, neste momento, é uma necessidade, mas a adoção da modalidade híbrida pelas universidades e a crescente procura dos alunos vai além do cenário de pandemia que vivenciamos. Está em linha com a digitalização do ensino superior e, também, com a própria medicina que está cada vez mais tecnológica com a ascensão da telemedicina, por exemplo — destaca o pró-reitor de ensino EAD da Unicesumar, Janes Fidélis Tomelin.

    Covid-19 e a busca por cursos na área da saúde

    2020 foi, sem dúvida, o ano da saúde! A pandemia do novo coronavírus fez com que todos os olhares se voltassem aos profissionais da área da saúde e isso refletiu tanto no aumento das vagas no mercado de trabalho quanto na procura por cursos de graduação (tradicional ou de tecnologia) na área.

    Celso Niskier, diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES) credita a preferência por formações na área da saúde à valorização crescente desses profissionais que vêm atuando na linha de frente na luta contra o novo coronavírus.

    De acordo com levantamento realizado pela Unicesumar, em apenas dois meses, a instituição registrou mais de 600 novas matrículas em cursos como biomedicina, farmácia, gerontologia e nutrição, em formato híbrido, no qual a metade da grade curricular deve ser feita de maneira remota e a outra metade, presencial.

    Esse aumento acompanha uma tendência nacional. Segundo a 5ª onda da pesquisa “Coronavírus e Ensino Superior: o que pensam os alunos”, realizada pela empresa de pesquisas educacionais Educa Insight e divulgada pela (ABMES), alguns dos cursos de graduação mais desejados por quem pretende ingressar numa faculdade em 2021 estão relacionados à saúde.

    Entre eles:

    • Enfermagem

    • Psicologia

    • Educação física

    • Biomedicina

    • Nutrição

    • Fisioterapia.

    Juntos, eles somam quase 75% das intenções de matrículas do ano.

    A procura por cursos de saúde em formato híbrido acompanha o desejo dos alunos de não adiar mais o ingresso à faculdade, mesmo não havendo definição sobre a retomada das aulas presenciais. Ainda segundo o levantamento recém-divulgado pela divulgada pela Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior, 38% dos entrevistados responderam que pretendem começar a graduação no primeiro semestre de 2021.

    De certa maneira, pode-se dizer que a pandemia catalisou acelerou uma tendência que vinha sendo observada há alguns anos. Segundo o Censo da Educação Superior 2019, divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), vinculado do Ministério da Educação (MEC), entre as dez graduações presenciais em instituições privadas com maior número de matrículas no último ano, quatro são da área da saúde.

    Em 2012, os estudantes de cursos relacionados à saúde e bem-estar representavam 17,1% do total de estudantes matriculados no Ensino Superior no Brasil; em 2016, o número passou para 22,6% e, em 2019 – também de acordo com o Inep, houve um salto, passando para 31,4% dos estudantes regularmente matriculados em cursos de graduação no país.

    Aumento em matrículas confirma tendência

    Somente entre os meses de agosto e outubro de 2020, a Unicesumar registrou um crescimento de 39% em matrículas para cursos EAD ou híbridos, confirmando o movimento indicado pelo Inep.

    Reconhecidos pelo Ministério da Educação, os cursos semipresenciais mesclam o método convencional presencial, em sala de aula e com a interação direta com os professores, com o aprendizado on-line, em ambiente virtual, por meio da utilização de tecnologias digitais que fomentam o acesso ao conhecimento com a gestão do tempo individualizada, dando mais autonomia aos estudantes.

    A modalidade de ensino híbrida não é uma adaptação do ensino presencial nem do ensino a distância. As grades curriculares dos cursos semipresenciais da Unicesumar são construídas utilizando uma metodologia híbrida exclusiva, de modo a integrar a tecnologia e a flexibilidade do EAD com a experiência da prática presencial.

    Os cursos híbridos possuem todas as práticas, aulas e encontros presenciais roteirizados para que o aprendizado seja vivenciado integralmente em qualquer um dos 150 polos da instituição. Além disso, o material didático é composto por ferramentas como jogos, realidade aumentada, recursos 3D, inteligência artificial e robótica.

    – Toda adaptação requer atenção, no entanto, a jornada de ensino para o estudante é tão enriquecedora quanto o método presencial. A tecnologia vem para trazer novas maneiras de conhecimento ao graduando – finaliza Janes Fidélis Tomelin, pró-reitor de ensino EAD da Unicesumar.

    Conheça os cursos nas modalidades EAD e em formato híbrido oferecidos pela instituição de ensino.

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