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    Bares e restaurantes buscam mudança no critério de restrições em Florianópolis

    Setor defende que seja observado o número de clientes e não o horário de funcionamento

    30/06/2020 - 11h51 - Atualizada em: 01/07/2020 - 09h51

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    Kadu
    Por Kadu Reis
    Bares e restaurantes têm atuação limitada por horários e dias em Florianópolis
    Bares e restaurantes têm atuação limitada por horários e dias em Florianópolis
    (Foto: )

    A prefeitura de Florianópolis se reúne às 16h desta terça-feira (30) com representantes de bares e restaurantes para discutir protocolos que possam flexibilizar as atividades do setor. A municipalidade acaba de rever a decisão sobre shoppings, galerias e academias. O presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) de Santa Catarina, Raphael Dabdab, defende uma mudança no critério das restrições.

    — O critério de horário é extremamente desigual com nosso setor e impacta de uma forma econômica muito severa, praticamente inviabilizando as operações. O jantar para muitos é o único momento de venda presencial. Finais de semana são os dias com maior movimento. Nós esperamos poder mudar este critério de horário para a redução do número de assentos. Este critério atende de forma mais isonômica e o setor, tem fácil fiscalização e interpretação, é mais justo e equilibrado — defende Dabdab.

    Ouça a entrevista com Raphael Dabdab, presidente da Abrasel-SC:

    Conforme a regulamentação vigente em Florianópolis desde a última quarta-feira (24), restaurantes podem atender presencialmente somente das 11h às 15h e durante dias de semana. No caso de bares e lanchonetes, o horário permitido é até às 18h. Padarias não têm autorização para o consumo de produtor no local, apenas serviço de balcão.

    — Sugerimos que os critérios de classificação do nível de risco de contágio sejam conhecidos e públicos para que possamos acompanhar se o contexto está melhorando ou piorando. A previsibilidade para os gestores é extremamente importante, sobretudo no nosso setor, que trabalha com matérias-primas perecíveis. A ideia é ter uma modulação gradual da restrição do número de assentos em função do risco de contágio. É importante adotar estratégias de longo prazo de convivência com a pandemia — afirma o presidente da Abrasel-SC.

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