Cada vez mais os brasileiros investem em sistemas de segurança para suas casas. De acordo com um levantamento realizado pela Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (ABESE), o monitoramento residencial vem crescendo no país, que é o 11º mais inseguro do mundo. Entre os equipamentos mais comuns estão os alarmes sonoros e as câmeras de monitoramento.

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Embora sejam muito úteis para registrar o momento da intrusão, quem fez e como fez, as câmeras por si só não entregam a solução de intrusão por completo. Por isso, é importante que quem deseja reforçar ou começar a investir no sistema de monitoramento residencial procure por um sistema de proteção que informe e capte as imagens, contendo cercas elétricas ou barreiras de movimento, além de um sistema de alarme composto por sensores e por uma central de gerenciamento dos alarmes.

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Como explica Raphael Pinto, analista de produto da Intelbras, a central de alarme é o dispositivo responsável por acionar a empresa de monitoramento e o proprietário do imóvel no momento da intrusão, além de emitir um sinal sonoro disparado pela sirene.

— Se a casa possuir sensor de movimento com tecnologia PET CAM, o dono da casa recebe duas fotos do local. Elas permitem identificar se foi um disparo acidental ou se uma invasão realmente está acontecendo. E, se possuir sistema de circuito interno de câmeras, o CFTV, são acionadas e é possível acompanhar em tempo real o que estiver acontecendo.

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Na hora da instalação, é fundamental contratar um serviço especializado, uma vez que os equipamentos possuem diferenças nas tecnologias embarcadas. Com o auxílio de um profissional, o mesmo deverá sugerir o melhor equipamento para o local. Esse tipo de equipamento é indicado para residências, mas não restrito a elas: a Intelbras conta com um portfólio que atende diversos cenários, que engloba comércios de pequeno, médio e grande porte; condomínios, indústrias e afins.

A empresa, que é referência em tecnologia no Brasil, conta com uma linha desenvolvida para segurança, unindo o que há de mais moderno na tecnologia, inteligência artificial e monitoramento.

Como funciona

Além da central, o sistema de alarme é composto por sensores, sirene e teclado. A depender do modelo, é possível acoplar também cerca elétrica, barreira de movimento, controle e motor para portão elétrico. A central opera como o “cérebro” do conjunto: é por meio dela que o proprietário pode supervisionar todos os equipamentos, e é ela que aciona o dono da casa se houver alguma intrusão, seja por notificação enviada para o smartphone, acionamento da empresa de segurança e/ou emissão de sinal sonoro.

Para a instalação, a supervisora de marketing da unidade de Segurança Eletrônica da Intelbras, Juliana Moser, reforça que é de suma importância contratar profissionais para que seja feito um serviço adequado e de qualidade. “A pessoa responsável pela instalação é quem irá identificar qual modelo de central e de sensores serão necessários para o ambiente. Esse profissional possui conhecimento técnico para identificar os pontos mais vulneráveis do local, o nível e perfil de segurança da região, além de saber como instalar corretamente os equipamentos.”

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Para quem está começando a pesquisar por sistemas de segurança ou quer incrementar o que já possui, a Intelbras indica ainda procurar por revendas e profissionais homologados pela empresa, qualificados para identificar os pontos da residência mais vulneráveis para uma invasão. Além disso, um ponto importante na hora de escolher o sistema de segurança, é optar por equipamentos nacionais para que o cliente tenha fácil acesso aos relatórios de dados gerados pelos dispositivos, além de atendimento de suporte, caso necessário.

Fique por dentro das ações da Intelbras pelo site www.intelbras.com.br

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