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    Luto no esporte

    Causa da morte da ex-ginasta Ana Paula Scheffer, que teve passagem por SC, ainda é incerta

    Ex-atleta que foi encontrada morta aos 31 anos atuou em Blumenau

    17/10/2020 - 16h46 - Atualizada em: 19/10/2020 - 16h47

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    Por Redação NSC
    Ana Paula Scheffer foi encontrada pela mãe na casa delas em Toledo, no interior do Paraná
    Ana Paula Scheffer foi encontrada pela mãe na casa delas em Toledo, no interior do Paraná
    (Foto: )

    A causa da morte da ex-ginasta Ana Paula Scheffer, que teve passagem pelo esporte de Blumenau e região, ainda é incerta. O primeiro exame do Instituto Médico Legal (IML) do Paraná neste sábado (17) foi inconclusivo. As informações são do G1. A ex-atleta da seleção brasileira de ginástica rítmica, que tinha 31 anos, foi encontrada morta pela mãe na sexta-feira (16) em Toledo (PR).

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    Ana Paula Scheffer ganhou medalha de bronze nos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro, em 2007. Ainda segundo o G1, familiares disseram que a suspeita é que ela tenha tido um infarto fulminante. O velório da ex-ginasta começou na manhã deste sábado na Catedral Cristo Rei, em Toledo.

    Além do bronze no aparelho arco no Pan do Rio, Ana Paula participou do Pan da modalidade em 2005, dos Jogos Sul-Americanos de 2006, em Buenos Aires, e de 2010, em Medellin, além do Mundial de Ginástica Rítmica de 2009, no Japão. Depois disso, perdeu espaço na seleção para outra atleta de Toledo, Angélica Kvieczynski.

    "Difícil descrever os sentimentos nesse momento. Hoje o céu ganhou uma estrela que já brilhou muito na terra. Foram tantos anos treinando juntas, tantos aprendizados. A ginástica brasileira perde mais uma de suas estrelas. Ana que Deus te receba. Que seu descanso seja tranquilo. Você estará para sempre nas minhas preces", escreveu Angélica no Instagram.

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    Ana Paula era técnica da equipe de Cascavel, também no interior do Paraná.

    "Foram anos de dedicação a frente da GR Cascavel, uma história construída com esforço, dedicação, empenho e muito amor. Estamos com o coração em pedaço sem acreditar nessa repentina perda, mais felizes por ter tido a oportunidade de conviver e aprender tanto com ela, Scheffer como era carinhosamente chamada deixou um legado de luta e amor pela GR, foi uma brilhante ginasta e ainda se tornou uma técnica excepcional", escreveu a equipe no Instagram.

    Em nota, a Confederação Brasileira de Ginástica (CBG) informou que pela manhã de sexta-feira a mãe da treinadora foi chamá-la no quarto, e, ao não receber resposta, encontrou-a sem vida.

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