O município de Pinhalzinho, no Oeste catarinense, decretou situação de emergência nesta quarta-feira (18), por falta de combustível, o que afeta a prestação dos serviços públicos, segundo o documento. Com o decreto, as secretárias do município devem restringir o abastecimento dos veículos que não estejam diretamente destinados aos serviços de saúde e segurança pública.
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O decreto também faz com que os fornecedores do município reservem 10% da capacidade total de armazenamento para garantir o atendimento a saúde, educação, social, segurança pública, bombeiros e defesa civil. Também estão dispensados de licitação os contratos de aquisição de bens necessários às atividades de resposta à situação de emergência.
Também fica autorizada a mobilização de todos os todos os órgãos municipais para atuarem sob a
organização da Coordenadoria Municipal de Defesa Civil. O decreto tem vigência até a publicação de um novo decreto quando a situação de desabastecimento estiver controlada ou pelo prazo de até 180 dias.
O decreto considerou a necessidade em manter os serviços públicos em funcionamento e como o desabastecimento afetam os serviços prestados à população. O documento foi assinado pelo prefeito de Pinhalzinho, Alessandro Beltrame (PP).
Corrida aos postos de gasolina
Uma tensão entre o governo federal e caminhoneiros vem provocando uma corrida aos postos de gasolina nesta quarta-feira, com filas sendo registradas em muitos postos de combustíveis em todo o Estado, inclusive Pinhalzinho.
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O motivo é o medo de racionamento ou de novos reajustes no preço da gasolina, com a guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã, que provoca aumento no petróleo. Neste momento, no entanto, não há indicativo de falta de desabastecimento no Brasil.






