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    Eleições 2020: 585 pedidos de impugnação de candidaturas foram apresentados ao TRE em SC

    Justiça Eleitoral tem até o dia 26 de outubro para julgar todas as candidaturas para o pleito

    09/10/2020 - 16h51

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    Por Lucas Paraizo
    Urna eletrônica
    Dois candidatos em SC já tiveram o registro negado por causa da lei da Ficha Limpa
    (Foto: )

    A Justiça Eleitoral de Santa Catarina tem 585 pedidos de impugnação de candidaturas para julgar até o dia 26 de outubro, quando termina o prazo de aprovação dos nomes que vão disputar as eleições 2020. O prazo para entrega das petições ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SC) já terminou, e até o momento pouco mais de 500 das 21,6 mil candidaturas em SC foram julgadas.

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    Dos candidatos que já tiveram o registro julgado, 385 foram aprovados para participar da eleição e 104 foram considerados inaptos. Destes, 98 porque já renunciaram de concorrer e outros seis que tiveram o registro negado.

    Dois candidatos em Santa Catarina já tiveram a candidatura negada por causa da lei da Ficha Limpa. Nos dois casos ainda cabe recurso. Tratam-se dos candidatos a prefeito Alois Zator (PSL), de Santa Terezinha, no Alto Vale do Itajaí, e Gervásio Uhlmann (PTC), de Itaiópolis, no Norte. O primeiro tem uma condenação por improbidade administrativa em 2008, quando era prefeito, e o segundo teve o mandato de prefeito cassado em 2014.

    Conforme a última atualização dos dados eleitorais, às 16h desta sexta (9), outros quatro candidatos em SC já tiveram o registro negado por falta de documentação.

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    Motivos de impugnação

    A chamada Lei de Inelegibilidade traz uma longa lista de razões para um candidato ter o seu registro impugnado e não poder participar de uma eleição. Entre os motivos, aparecem fatos como ilícitos eleitorais, condenações criminais, rejeição de contas, faltas ético-profissionais graves e utilização de cargos públicos para ganhar benefícios.

    Desde 2010 a norma tem traços ainda mais rígidos, com a inclusão da lei da Ficha Limpa, que proíbe que políticos condenados possam participar de eleições.

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