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Família catarinense morta no Chile terá velório coletivo em ginásio de Biguaçu 

Parentes das vítimas, com o auxílio da prefeitura da cidade, organizam cerimônias enquanto aguardam translado dos corpos 

29/05/2019 - 20h01 - Atualizada em: 30/05/2019 - 05h56

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Por Guilherme Simon
família chile
O casal Fabiano de Souza e Débora Muniz, e os dois filhos, Karoliny e Felipe, moravam na cidade
(Foto: )

A família catarinense que foi encontrada morta dentro de um apartamento em Santiago, no Chile, será velada no ginásio de esportes da Univali, em Biguaçu, na Grande Florianópolis. Cinco dos seis mortos na tragédia eram da cidade.

Os detalhes foram informados nesta quarta-feira (29) pela prefeitura de Biguaçu, que auxilia os familiares na organização do funeral. Também já ficou definido que as seis vítimas serão sepultadas no cemitério de São Miguel, na mesma cidade.

A data das cerimônias, porém, depende da agilidade com que os corpos serão trazidos para o Brasil.

Na manhã desta quarta (29), exatamente uma semana após a tragédia, parentes fizeram o reconhecimento das vítimas no Serviço Médico Legal de Santiago. Mas ainda não ficou definido quando o translado dos corpos poderá ser feito.

O transporte depende de trâmites burocráticos junto ao governo chileno e às companhias aéreas. A empresa Airbnb, que alugou o apartamento para a família catarinense, irá arcar com os custos.

Investigações

A morte dos seis brasileiros é investigada pela polícia chilena, que trabalha com a hipótese de que a família tenha sido intoxicada pelo vazamento de monóxido de carbono no aquecedor de água, que estava ligado à rede de gás. O laudo sobre as mortes já está pronto, mas ainda não foi divulgado pelas autoridades do Chile.

A polícia chilena também apura se houve negligência no atendimento às vítimas. Na sexta-feira (24), os Caribenhos do Chile, que equivalem à Polícia Militar, admitiram que houve demora no socorro aos brasileiros. Uma investigação interna foi aberta.

As vítimas

As vítimas da tragédia no Chile são os catarinenses Fabiano de Souza, 41 anos, a esposa dele, Débora Muniz Nascimento de Souza, 38 anos, os dois filhos do casal, Karoliny Nascimento de Souza, que completaria 15 anos na semana passada, e Felipe Nascimento de Souza, 13, e Jonathas Nascimento Kruger, 30 anos, irmão de Débora. A mulher de Jonathas, Adriane Krueger, do Mato Grosso, também morreu na tragédia.

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