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Julgado

Honigman é punido pelo STJD por pedido para Figueirense deixar a Série B 

Ex-gestor emitiu documento quando não respondia mais pelo clube

07/11/2019 - 15h40 - Atualizada em: 07/11/2019 - 15h56

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Redação
Por Redação DC
Gestor da Elephant é punido por comunicado falso pelo Figueirense
Gestor da Elephant é punido por comunicado falso pelo Figueirense
(Foto: )

Ex-gestor da Elephant, que administrava o Figueirense, Cláudio Honigman foi punido por comissão do STJD por emitir documento falso. Na ocasião, o ex-presidente informou que o clube iria abandonar a Série B, quando já não respondia mais pelo Figueira. Ele foi punido com suspensão de 360 dias do futebol e mais multa de R$ 20 mil pela segunda comissão disciplinar do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), por unanimidade.

Honigman foi julgado e punido por ter emitido documento falso assinando como presidente e informando que o Figueirense abandonaria a disputa da Série B do Campeonato Brasileiro. De acordo com a Procuradoria da Justiça Desportiva, que fez a denúncia, Honigman produziu documento de comunicação falsa, uma vez que a 2ª Vara Civil de Florianópolis deferiu tutela de urgência que o destituiu e a Efephant Participações do comando do Figueirense a partir das 18h30min do dia 20/09.

Ele emitiu ofício à CBF e Federação Catarinense de Futebol (FCF) assinando como presidente do Figueirense em que afirmou que a agremiação estaria abandonando a Série B 2019 e requerendo o cancelamento da partida contra o Bragantino, agendada para 24/09, um dia após a comunicação.

No julgamento, a subprocuradora-geral Julia Gelli relatou que Honigman informou no comunicado à CBF que deixaria de usar o email oficial do clube para utilizar apenas o pessoal, reafirmando que tinha conhecimento de que não estava mais no comando do Figueirense.

— Esse processo não tem cunho nenhum disciplinar. O papel da procuradoria não é de apenas denunciar, mas de ser fiscal da lei. Ele era o presidente e moveram uma ação para destituí-lo. Ingressaram numa sexta com uma tutela de urgência e a liminar foi concedida na noite de segunda, porém com data retroativa — disse o advogado que defendeu Honigman, Osvaldo Sestário.

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