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Investigação

IGP conclui laudo sobre a queda de calçada na abertura de Natal em Joinville

Foi analisado se houve falha em algum elemento estrutural ou na conservação, manutenção ou projeto da obra

16/12/2021 - 10h43 - Atualizada em: 16/12/2021 - 10h56

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Sabrina
Por Sabrina Quariniri
No dia do acidente, em 22 de novembro, local já passou por perícia
No dia do acidente, em 22 de novembro, local já passou por perícia
(Foto: )

O Instituto Geral de Perícias (IGP) concluiu o laudo sobre a queda da calçada durante a abertura de Natal em Joinville que deixou pelo menos 33 pessoas feridas. O documento foi entregue no final da semana passada à Polícia Civil, que segue com as investigações. 

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Segundo o delegado Fábio Baja, desde o desabamento, a polícia segue ouvindo as vítimas e esteve em uma reunião com representantes e técnicos da Prefeitura de Joinville. Nos próximos dias, conforme Baja, o órgão municipal deve ser ouvido oficialmente, já que, durante o encontro, foram solicitados mais documentos. 

No entanto, apesar de já possuir as conclusões do IGP em mãos, o delegado preferiu não divulgar informações das causas apontadas pelo laudo. 

Alcides Ogliari Jr., gerente Mesorregional do IGP de Joinville, também não citou detalhes sobre a perícia, mas garantiu que foi "um laudo bem conclusivo e detalhado sobre as causas do desabamento". O local passou a ser analisado pelo órgão já durante a noite de 22 de novembro, no dia da queda da estrutura. 

Foram estudados todos os elementos envolvendo o acidente, se houve falha em algum elemento estrutural ou na conservação, manutenção ou projeto da obra.

Pontos a serem esclarecidos 

Um dos pontos que ainda precisa ser esclarecido, segundo o delegado Baja, é o projeto que foi utilizado pela prefeitura para a construção da calçada que desabou. A Polícia Civil já teve acesso ao projeto do consórcio que estava à frente das obras do rio Marhias, mas aguarda os documentos da prefeitura. 

No próximo dia 22, o caso completa um mês, prazo legal para conclusão do inquérito policial. No entanto, a investigação pode ser prorrogada caso a polícia entenda que seja necessário mais tempo para as investigações. 

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