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    Imagens com supostas pistas do assassinato de adolescente no Sul de SC foram perdidas

    Polícia Civil aguardava os registros para elucidar morte de Brenda Carvalho Rocha, de 14 anos, que morava em Maracajá e foi encontrada em Passo de Torres

    16/09/2019 - 17h52 - Atualizada em: 16/09/2019 - 18h16

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    Lariane
    Por Lariane Cagnini
    Brenda da Rocha Carvalho foi morta no Sul de SC
    Brenda da Rocha Carvalho foi morta no Sul de SC
    (Foto: )

    Imagens de uma câmera de monitoramento que poderiam ajudar a elucidar o assassinato de Brenda Carvalho Rocha, 14 anos, foram perdidas. A Polícia Civil teve acesso aos arquivos do ginásio que fica ao lado do salão de beleza onde a menina foi vista pela última vez, porém, as imagens capturadas por um dos aparelhos não ficou gravada no sistema.

    Brenda desapareceu na sexta-feira (13) em Maracajá, onde morava com a família, e foi encontrada em um matagal em Passo de Torres, a cerca de 70 quilômetros de distância, também no Sul de SC, na manhã de sábado (14). A Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Araranguá investiga o caso como assassinato.

    Em nota, a empresa que presta serviços de monitoramento para a Prefeitura de Maracajá declarou que "não procede a informação de que as imagens dos equipamentos de circuito fechado de televisão instalados no ginásio foram apagadas, e que todas as imagens disponíveis foram entregues ao delegado".

    O delegado Lucas Fernandes da Rosa, titular da DIC de Araranguá, havia informado que uma imagem capturada por uma câmera de monitoramento mostra que Brenda foi ao salão de beleza na tarde de sexta. No entanto, não há registro do retorno dela. Ele ainda disse que as imagens da outra câmera, que fica de frente e traria outro ângulo da rua, foram perdidas.

    Segundo Lucas Fernandes da Rosa, imagens da câmera em questão poderiam trazer elementos importantes para a investigação. Segundo ele, causou estranhamento o fato de o arquivo não constar no sistema.

    — A imagem dessa câmera abrangeria praticamente a frente da residência onde ela teria ido por último. Segundo familiares, ela saiu pra fazer a unha e depois que saiu dessa residência, ela desapareceu. Se tivéssemos acesso a essas imagens, com certeza, a gente conseguiria ter uma melhor compreensão do que ocorreu, para que lado teria saído, se teria algum veículo perseguindo ela, coisas do gênero, que nos daria um norte melhor para a investigação — explicou o delegado responsável pelo caso.

    A empresa de monitoramento é contratada pelo município, e, segundo o prefeito Arlindo Rocha, o que havia de imagens no sistema foi cedido à Polícia Civil. Ele disse que tomou conhecimento sobre uma possível falha no sistema de gravação das imagens, o DVR, e que vai cobrar esclarecimentos da empresa sobre essa hipótese.

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