nsc
    an

    Investigação

    Jovem de Joinville recebeu amigos em casa após matar a mãe e escondê-la no banheiro

    Ele confessou o crime à polícia e disse ter mantido uma rotina normalmente

    07/01/2021 - 10h32 - Atualizada em: 07/01/2021 - 12h08

    Compartilhe

    Patrícia
    Por Patrícia Della Justina
    Albertina Schmitz Tasca, 61 anos, foi encontrada morta em casa
    Albertina Schmitz Tasca, 61 anos, foi encontrada morta em casa
    (Foto: )

    O jovem suspeito de matar a mãe em Joinville recebeu amigos em casa após cometer o crime e esconder o corpo no banheiro. Segundo a polícia, Albertina Schmitz Tasca, 61 anos, permaneceu no local durante quatro dias após ser assassinada. O filho, de 20 anos, confessou o crime e disse à polícia que manteve sua rotina normalmente. Ele foi preso na tarde da última quarta-feira (6) depois que familiares encontraram o corpo.

    > "Falou da situação com tranquilidade", diz delegado sobre suspeito de matar a mãe em Joinville

    > Quer receber notícias de Joinville e Norte de SC por WhatsApp? Clique aqui

    Segundo o delegado que atendeu o caso, Roberto Patell Junior, o suspeito alegou não ter controlado a explosão de raiva durante uma discussão com a mãe na noite do último sábado (2). No momento em que ela virou de costas, ele a acertou com um golpe de estrangulamento.

    - Eles discutiam próximo ao banheiro do quarto dela e ele disse que, no momento do golpe, ela não reagiu, nem falou nada. Aí ele percebeu que ela estava morta - detalha Patella.

    Logo após, o suspeito teria colocado um lençol sobre a mulher e trancado a porta do quarto dela. Conforme o depoimento de familiares da vítima, era comum ela trancar o cômodo por medo do filho. Além disso, em depoimento, os familiares afirmaram que eles discutiam constantemente e que por vezes o filho chegava em casa alterado pelo consumo de álcool e drogas.

    > Homem é preso por participação em sequestro de idoso em Joinville

    Durante os quatro dias em que o corpo dela permaneceu no local, o jovem manteve uma rotina normal na casa, segundo imagens de câmeras de segurança de casas vizinhas analisadas pela polícia. A polícia ainda diz que ele levou amigos para beber na residência. A filha mais velha da vítima havia ido à casa no domingo (3), mas não desconfiou do crime. 

    Família suspeitou de desaparecimento

    Por ter uma vida ativa em redes sociais e manter a comunicação frequente, familiares de Albertina desconfiaram do sumiço dela durante a semana. Ela era divorciada e morava apenas com o filho. Segundo o delegado Roberto Patella Junior, a filha mais velha chegou a perguntar ao irmão e suspeito sobre seu paradeiro, mas o filho disse que não sabia.

    > Modelo catarinense participante do reality italiano, Gran Fratello, sofre ataques machistas

    Por volta das 11 horas da última quarta-feira, desconfiados a filha e o marido resolveram voltar à casa. Eles chamaram um chaveiro para destrancar a porta do quarto e encontraram Albertina.

    Leia também

    > Mais diretores e gerentes são nomeados em Joinville, ex-secretário está na lista

    > Dengue em Joinville: as estratégias do município para evitar novo recorde de casos em 2021

    Deixe seu comentário:

    Últimas notícias

    Loading... Todas de Polícia

    Colunistas