Florianópolis tem 53,88 hectares de áreas sob risco de deslizamento, segundo levantamento da plataforma NaturezaOn, lançada na 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30) pela Fundação Grupo Boticário. O equivalente a cerca de cinco campos de futebol reúne casas, comércios e outros espaços. (veja quais são as regiões de risco abaixo)

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Do total mapeado na Capital, 55% das áreas apresentam risco muito alto de deslizamento, enquanto 38% têm risco alto e pouco menos de 6% são classificadas com risco médio.

Em Florianópolis, a região central concentra o maior número de áreas sob risco de deslizamento. Ainda assim, bairros das regiões Norte, Sul e Continental também aparecem entre os pontos vulneráveis.

Quais são as regiões sob risco de deslizamento?

  • Centro
  • Agronômica
  • Trindade
  • José Mendes
  • Carvoeira
  • Itacorubi
  • Pantanal
  • Coqueiros
  • Itacorubi
  • João Paulo
  • Costeira do Pirajubaé
  • Rio Tavares
  • Alto Ribeirão
  • Praia da Armação
  • Caieira
  • Praia do Forte
  • Jurerê
  • Canasvieiras
  • Praia Brava
  • Sambaqui
  • Daniela

Veja a gravidade de cada área sob risco de deslizamento

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A plataforma NaturezaOn utiliza inteligência de dados para identificar áreas vulneráveis em diferentes regiões do país.

SC lidera alertas de riscos de desastres naturais no Brasil

Santa Catarina é o Estado brasileiro que enfrenta maior incidência de desastres climáticos severos ou extremos. O ano de 2025 foi o primeiro que contou, todos os meses, com novo serviço à população de alertas para desastres climáticos em parceria entre as Defesas Civis e as companhias de telefonia celular do país.

Foram emitidos em todo o Brasil, no ano, 805 alertas e desses, 333 foram para celulares de pessoas de Santa Catarina, o que correspondeu a 41,37% do total.

É isso que mostra o primeiro relatório anual, divulgado em janeiro deste ano, do novo serviço prestado numa parceria entre os estados e a Associação Brasileira de Recursos em Telecomunicações (ABR Telecom), que reúne as companhias do setor.

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O que diz a prefeitura?

Procurada pelo NSC Total, a Prefeitura de Florianópolis não retornou até o fechamento da matéria. O espaço segue aberto.