O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, socorreu uma passageira que passou mal durante um voo que saiu de Brasília com destino ao Rio de Janeiro neste sábado (27). Segundo informações divulgadas pela pasta, a mulher desmaiou após enfrentar um quadro de hipoglicemia. Com informações do g1.
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O caso, segundo o Ministério da Saúde, aconteceu antes do avião decolar. A passageira passou mal e desmaiou em seu assento, chegando a perder a consciência. Padilha, que é médico, foi chamado e prestou atendimento inicial. O ministro acompanhou a mulher durante todo o percurso até o Rio de Janeiro.
Nas redes sociais, o ministro repostou uma publicação sobre a situação e disse que “médico é médico 24 horas por dia”. O voo seguiu normalmente após o atendimento.
Veja o vídeo
Profissional de saúde é assim… 24 horas por dia! pic.twitter.com/yWfQsO9hoj
— Alexandre Padilha (@padilhando) September 27, 2025
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EUA cancelam visto da filha e da mulher do ministro da Saúde
Os vistos da mulher e da filha do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, foram cancelados pelos Estados Unidos. Os cancelamentos foram anunciados por comunicados enviados pelo consulado Geral dos Estados Unidos em São Paulo à família do ministro.
Nos comunicados, o governo americano justifica os cancelamentos dizendo que, após a emissão do documento, “surgiram informações indicando” que elas não eram mais elegíveis para o visto. A mulher e a filha de Padilha estão no Brasil.
Padilha, por outro lado, está com o visto vencido há vários meses, segundo ele próprio. Ele comandava a pasta quando foi criado o Mais Médicos, em 2013, alvo de críticas do governo Trump.
O Departamento de Estado dos EUA também revogou vistos de funcionários do governo brasileiro ligados ao Mais Médicos, como Mozart Julio Tabosa Sales, secretário de Atenção Especializada à Saúde do Ministério da Saúde, e Alberto Kleiman, ex-assessor de Relações Internacionais do ministério e atual coordenador-geral para COP30.
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Os Estados Unidos descreveram o Mais Médicos, no anúncio do cancelamento dos vistos, “um golpe diplomático que explorou médicos cubanos, enriqueceu o regime cubano corrupto e foi acobertado por autoridades brasileiras e ex-funcionários da Opas”.
Padilha defendeu o programa, afirmando que o Mais Médicos “sobreviverá a ataques injustificáveis de quem quer que seja”.
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