A Procuradoria-Geral da República defendeu, em parecer publicado nesta quinta-feira (1º), que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) seja mantido em prisão domiciliar. O documento, assinado pelo procurador-geral da República Paulo Gonet, avalia que não houve “falha grave” no episódio da arma do ex-presidente apreendida em uma blitz em Brasília.

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“A conclusão da autoridade policial, no que se refere a Jair Bolsonaro, tem, efetivamente, bom suporte nas circunstâncias apuradas do episódio (…) Não há imputar ao sentenciado falta disciplinar que impacte negativamente sobre o atual regime em que cumpre pena”, diz o parecer.

O entendimento da PGR se baseia nas conclusões da Polícia Civil do Distrito Federal, que decidiu não indiciar Bolsonaro no episódio da arma.

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Decisão sobre prisão domiciliar de Bolsonaro

A manifestação da PGR antecede a decisão final de Moraes na ação de execução penal do ex-presidente. Na última quinta-feira (25), venceu o prazo inicial da prisão domiciliar humanitária concedida a Jair Bolsonaro.

Atualmente, Bolsonaro cumpre prisão domiciliar em razão de problemas de saúde, mas caberá ao ministro decidir se o modelo será mantido ao ex-presidente ou se ele precisará ter que voltar a uma unidade prisional para seguir cumprindo a pena.

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Relembre os fatos que levaram à condenação de Jair Bolsonaro