Ao longo das últimas décadas, os cartões SIM passaram por um processo drástico de encolhimento de tamanho. Antigamente, os primeiros modelos de chips de operadoras, mais parecendo um cartão de crédito. Hoje, estão tão pequenos que se tornam cada vez mais difíceis de manusear.

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Hoje, os chips evoluiram do formato padrão para o Mini, Micro e, finalmente, o Nano SIM — tamanhos cada vez menores. Mas a transformação física não aconteceu por acaso. Ela foi motivada para atender exigências das novas gerações de smartphones.

Celulares disputam cada milímetro de espaço

A diminuição dos chips nos celulares aconteceu por questão de necessidade. Os smartphones modernos exigem componentes cada vez maiores e mais complexos, como baterias de alta capacidade, câmeras com múltiplos sensores, carregamento sem fio e futuras antenas 6G.

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Close-up dos compnentes e bandeja de chip de celular do tipo nano SIM.
Redução no tamanho dos chips foi necessária para acomodar novos componentes dentro dos smartphones. (Foto: Andrey Matveev, Pexels, CC)

Todos esses componentes disputam cada vez mais espaço. Ao reduzir o plástico que envolve o circuito impresso do chip, as fabricantes conseguem liberar milímetros valiosos na placa-mãe do dispositivo. Logo, celulares ficam mais finos e eficientes sem a necessidade de aumentar o tamanho total do corpo do aparelho apenas para abrigar o leitor físico do cartão.

Chip físico pode acabar

Essa busca incessante por otimização interna abriu caminho para a tecnologia mais recente do setor: o eSIM (sigla para embedded SIM, ou SIM embutido). Trata-se de um chip virtual alojado diretamente no hardware do smartphone durante a fabricação.

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A vantagem do eSIM para outros componentes é a redução máxima de espaço. Ele elimina de vez a necessidade de gavetas físicas e cartões removíveis, aumentando espaço interno para novos componentes.