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    Transporte público

    Profissionais da saúde protestam contra falta de ônibus para trabalhar em Joinville

    Decreto municipal suspendeu o transporte público. Empresas não mantiveram circulação de linhas especiais utilizadas por servidores que atuam no combate ao coronavírus

    18/08/2020 - 11h55 - Atualizada em: 18/08/2020 - 13h16

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    Patrícia
    Por Patrícia Della Justina
    Ato foi realizado no fim da manhã desta terça-feira em frente ao Hospital São José
    Ato foi realizado no fim da manhã desta terça-feira em frente ao Hospital São José
    (Foto: )

    A reivindicação de transporte público para o trabalho motivou uma manifestação de servidores públicos municipais de Joinville no fim da manhã desta terça-feira (18), em frente ao Hospital Municipal São José. O ato foi organizado pelo Sinsej (Sindicado dos Servidores Públicos Municipais de Joinville) em razão da suspensão do transporte coletivo após decreto municipal assinado em 9 de agosto como medida preventiva ao coronavírus. A medida também barrou a circulação das linhas especiais voltadas exclusivamente para a locomoção dos servidores da saúde

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    O sindicato alega que o fato dificulta a atuação desses trabalhadores na linha de enfrentamento à Covid-19. Ainda conforme o Sinsej, há servidores que estão gastando, em média, R$600 com transporte individual por aplicativo. O valor seria proximo à metade dos salários de alguns servidores.

    O Sinsej afirma que tentou dialogar com o município e acionou a Justiça para pedir a garantia do transporte.

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    No fim da tarde da última sexta-feira (14) o secretário da Saúde, Jean Rodrigues, respondeu à diretoria do Sinsej, por meio de mensagem, que ainda não tinha uma solução para o caso. No mesmo dia à tarde, o Juiz da Segunda Vara da Fazenda Pública, Roberto Lepper, deu prazo de três dias para o município se manifestar. Até o momento, não houve manifestação por parte da prefeitura.

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    A prefeitura comunicou à reportagem que está avaliando a melhor solução legal para resolver o transporte dos profissionais da saúde, mas não informou prazos. 

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