Adriana Ferreira Almeida Nascimento, também conhecida como “viúva da Mega-Sena”, é uma das pessoas que está na disputa pela herança de R$ 52 milhões de Renê Senna. O homem ganhou um prêmio milionário no concurso da Caixa Econômica Federal e foi assassinado em 2007. As informações são do O Globo. 

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Adriana foi condenada a 20 anos de prisão após ser apontada como mandante da morte do ex-marido. Segundo o Judiciário, Renê foi manipulado pela viúva, que já teria um plano para matá-lo. 

Junto com Adriana, a filha do milionário, Renata Almeida Senna, também está na disputa pela herança. De acordo com o atual testamento, considerado válido, ela é a única a receber a fortuna deixada por Renê. Considerada herdeira legítima do milionário, ela já havia garantido, em 2021, o direito de receber 50% da herança.

Ainda na época, a Justiça determinou que metade do valor deixado pelo pai, cerca de R$ 43 milhões fossem depositados na conta de Renata Senna, após recolhimento de impostos pelo Estado. Ao todo, quatro testamentos chegaram a ser feitos pelo milionário, entre 2005 e 2006. Três deles já foram declarados nulos por decisões judiciais anteriores.

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No dia 4 de junho, o advogado Sebastião Mendonça, que representa oito irmãos e um sobrinho da vítima, excluídos da herança, solicitou que a Vara Cível do Fórum de Rio Bonito analise um pedido de nulidade do último testamento que tem Renata como a única herdeira.

Veja quem disputa a herança do ganhador da Mega-Sena

Oito irmãos e um sobrinho eram beneficiados pelo primeiro e segundo testamento. Eles ficariam com 50% e a outra metade seria de direito de Renata. No terceiro testamento, a “Viúva da Mega-Sena” era beneficiária e ficaria com 50% da herança, ficando o restante para a filha do milionário. 

Entretanto, em 2021, o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) negou recurso da viúva. A ex-mulher do milionário tentava validar o terceiro testamento (dois outros já haviam perdido a validade por conta do documento apresentado por Adriana), que dava direito a ela à metade da fortuna. 

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Renê foi morto no dia 7 de janeiro de 2007, em Rio Bonito, na Região Metropolitana do Rio. Até o momento, a Justiça ainda não decidiu o destino da herança.

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