Quantas flexões fazer para ganhar massa muscular é uma dúvida comum entre quem busca treinar com o peso do próprio corpo. A simplicidade do exercício contrasta com sua eficácia, tornando-o uma das melhores opções para fortalecer o peitoral, tríceps e ombros.
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Apesar de parecer um movimento básico, a flexão de braço exige técnica e consistência. A repetição correta, somada a uma rotina bem estruturada, pode resultar em ganhos reais de força e volume muscular, desde que a progressão seja respeitada.
Flexões realmente geram hipertrofia?
Flexões são exercícios compostos que ativam vários grupos musculares de forma simultânea. Por isso, têm grande potencial para promover o crescimento muscular, especialmente entre iniciantes ou praticantes intermediários.
O segredo está na execução correta, no número adequado de repetições e na intensidade. Adicionar variações ou aumentar o número de séries também contribui para sobrecarregar a musculatura e impulsionar o desenvolvimento.
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Número ideal depende do seu nível
Para iniciantes, fazer entre 8 e 12 flexões por série, com 3 a 4 séries, já é um bom começo. O foco deve ser na qualidade dos movimentos e na construção de resistência ao longo do tempo.
À medida que se avança, é possível realizar entre 15 e 30 repetições por série, aumentando a complexidade com variações que desafiem mais o músculo. Essa progressão é essencial para evitar a estagnação.
Progressão é mais importante que quantidade
Mais do que fazer centenas de repetições, o que conta é a progressão constante. O aumento de volume ou da dificuldade do exercício força o músculo a se adaptar, gerando hipertrofia.
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Flexões com apoio elevado, unilaterais ou com carga adicional são boas opções para quem já domina o movimento básico. Essas variações mantêm o estímulo elevado sem a necessidade de equipamentos.
Flexões no contexto do treino completo
Embora eficientes, as flexões devem ser parte de uma rotina equilibrada. É importante complementar com exercícios para outras regiões do corpo, como pernas e costas, promovendo simetria e evitando desequilíbrios musculares.
Além disso, a alimentação e o descanso são fatores determinantes. Sem um aporte adequado de nutrientes e uma boa recuperação, os músculos não conseguem crescer, mesmo com estímulos intensos.
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