O perfil oficial da Rota atualizou, nesta segunda-feira (29), o estado de saúde do tenente Ronickson Pimentel, baleado na cabeça no sábado (27) em um atentado em São Paulo. Segundo a corporação, o policial teve uma evolução positiva, mas o estado de saúde ainda é considerado grave.
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O comunicado diz que uma tomografia realizada em Ronickson apontou uma “melhora no edema cerebral”. O tenente permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neurológica, sedado, em ventilação mecânica e sob acompanhamento contínuo da equipe médica.
“Seguidos unidos em oração por sua plena recuperação”, finaliza o comunicado.
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Veja fotos do caso do ataque à Ronickson Pimentel
Atentado contra o tenente
Ronickson Pimentel dos Santos foi atingido por tiros na cabeça poucos minutos depois de sair de uma academia, no sábado. Imagens de câmeras de segurança mostram dois homens em uma motocicleta se aproximando do policial e efetuando os disparos quando ele também estava parado em uma moto, em um semáforo da avenida Goiás, em São Caetano do Sul.
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O tenente segue internado em estado grave, mas estável. Ele passou por uma cirurgia neurológica no Hospital Estadual Mário Covas, em Santo André. Em nota, a Polícia Militar afirmou que o momento exige “extrema cautela” e declarou que o policial “luta por sua vida”.
A motocicleta utilizada no ataque foi localizada horas depois do crime. O veículo estava abandonado na rua Roberto Koch, na zona sul da capital, e passará por perícia para busca de impressões digitais e vestígios biológicos.
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A Justiça de São Paulo determinou a prisão temporária, pelo período de 30 dias, de dois suspeitos, de 40 e 52 anos. Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), um terceiro homem, de 24 anos, compareceu ao Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) acompanhando o pai preso, mas não foi detido. A polícia segue tentando identificar outros envolvidos e esclarecer a motivação do ataque.
Ronickson Pimentel é irmão de Eloá Cristina Pimentel. Ela tinha 15 anos quando foi mantida em cárcere privado e morta pelo ex-namorado Lindemberg Alves, em 2008, em Santo André.
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O tenente entrou para a Polícia Militar em 2009, depois de atuar como fuzileiro naval na Marinha entre 2006 e 2009. Em 2015, tornou-se oficial da corporação após concluir o curso na Academia do Barro Branco. Desde 2019, faz parte da Rota, tropa de elite da PM paulista.






