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    Prisão

    Secretário da Educação do Rio é preso em operação que investiga desvios em contratos públicos

    Segundo sua assessoria de imprensa, Pedro Fernandes ficou indignado com a ordem de prisão

    11/09/2020 - 11h55

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    Folhapress
    Por Folhapress
    Divulgação
    Secretário de Educação, Pedro Fernandes.
    (Foto: )

    Foi preso nesta sexta-feira (11) o secretário estadual de Educação do Rio de Janeiro, Pedro Fernandes, durante operação que investiga fraudes em contratos de assistência social no governo do estado e na Prefeitura do Rio.

    Ele cumpre prisão domiciliar, já que apresentou teste positivo para covid-19. Filha do ex-deputado Roberto Jefferson e pré-candidata à Prefeitura do Rio, Cristiane Brasil também teve pedido de prisão decretado. Mas ainda não foi localizada.

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    Segundo sua assessoria de imprensa, Pedro Fernandes ficou indignado com a ordem de prisão. "O advogado dele vinha pedindo acesso ao processo desde o final de julho, mas não conseguiu. A defesa colocou Pedro à disposição das autoridades para esclarecimentos na oportunidade. No entanto, Pedro nunca foi ouvido e só soube pela imprensa de que estava sendo investigado por algo que ainda não tem certeza do que é".

    Ainda segundo a assessoria, "Pedro confia que tudo será esclarecido o mais rápido possível e a inocência dele provada". De acordo com o Ministério Público do Rio de Janeiro, o desvio pode ter chegado a R30 milhões.A Operação Catarata investiga irregularidades na Fundação Estadual Leão 13 durante os governos Pezão e Sérgio Cabral.

    À época, Fernandes ocupava a Secretaria Estadual de Tecnologia e Desenvolvimento Social. Já Cristiane foi secretária de Envelhecimento Saudável da Prefeitura do Rio durante o governo de Eduardo Paes. Em sua segunda fase, a Operação Catarata atinge indiretamente o governador em exercício, Cláudio Castro.

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    Deflagrada a partir de dados apurados pela CGE (Controladoria-Geral do Estado) e compartilhados com a Polícia Civil, a operação levou à prisão de 7 pessoas em sua primeira fase. Dessas, um era ex-funcionário de Castro na Câmara, e outro, amigo do vice-governador.

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