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    Homicídio no Alto Vale

    Suspeito de matar o prefeito de Imbuia segue em estado grave na UTI

    Homem de 77 anos está internado em Rio do Sul desde a noite de quarta-feira (8)

    10/01/2020 - 09h18 - Atualizada em: 10/01/2020 - 11h45

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    Augusto
    Por Augusto Ittner
    Homem está internado desde a noite de quarta-feira.
    Homem está internado desde a noite de quarta-feira.
    (Foto: )

    Um homem de 77 anos, tido pela polícia como o principal suspeito de matar o prefeito de Imbuia, João Schwambach (MDB), segue em estado grave na UTI do Hospital Regional do Alto Vale, em Rio do Sul.

    O suposto atirador foi internado na quarta-feira (8) à noite no hospital de Ituporanga com uma perfuração na cabeça. A suspeita das autoridades é de que ele tenha tentado cometer suicídio após a morte de Schwambach. O homem, inclusive, é conhecido na região. Às 22h do dia do homicídio o idoso deu entrada no Hospital Regional do Alto Vale.

    À polícia, testemunhas informaram que o prefeito de Imbuia previa um alargamento da estrada que dá acesso à comunidade Bracatinga. Porém, para fazer obra, alguns eucaliptos da propriedade que pertence ao principal suspeito do assassinato teriam que ser derrubados. A hipótese dos investigadores é de que isso teria motivado o crime.

    O assassinato

    João Schwambach foi morto às 17h53min de quarta-feira (8) quando deixou o imóvel da prefeitura de Imbuia. Câmeras de segurança mostram o momento em que ele deixa o prédio do Executivo e caminha em direção a onde estão estacionados dois carros. Ele chega próximo a um veículo prata, cujo motorista dispara duas vezes. Os tiros atingem o peito de Schwambach, que morre pouco depois.

    Repercusão

    Políticos e amigos do prefeito de Imbuia compartilharam mensagens nas redes sociais nesta quinta-feira, em que pedem tolerância às pessoas. O atual chefe do Executivo de Rio do Sul, principal cidade do Alto Vale, chegou a dizer que "alguns prefeitos têm medo de sair de casa". O sociólogo político Sérgio Saturnino Januário, em entrevista ao Santa, comparou a morte de de Schwambach à facada em Jair Bolsonaro e disse que "a democracia exige tolerância".

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