Como agia o suspeito de crime sexuais em série preso por vitimar 12 crianças e idosas em SC

Suspeito se masturbava e agarrava vítimas com idade entre nove e 60 anos

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Os casos ocorreram em cinco cidades de Santa Catarina

Os casos ocorreram em cinco cidades de Santa Catarina (Foto: Polícia Civil/Divulgação)

O homem de 59 anos, suspeito de cometer uma série de crimes sexuais contra crianças e idosas em ao menos quatro cidades de Santa Catarina, atraía as vítimas com pedido de ajuda e depois se masturbava perto delas, segundo a Polícia Civil. Ele foi preso nesta segunda-feira (21) em Porto Belo, no Litoral Norte de Santa Catarina. Ao menos 12 vítimas já foram identificadas.

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Conforme a Delegacia de Proteção dos Direitos da Mulher da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (DPDM/Deic), as investigações tiveram início em março após quatro ocorrências serem registradas no bairro Campeche, em Florianópolis.

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Ao longo da apuração, a polícia descobriu outras vítimas do homem, que teria cometido crimes de estupros de vulnerável, importunação sexual e estupro. O primeiro caso é de outubro de 2021 e as vítimas, todas mulheres, têm idades entre nove e 60 anos. Os casos ocorreram em Florianópolis, Santo Amaro da Imperatriz, São José, Palhoça e Itajaí.

— O último foi agora em 14 de agosto, quando conseguimos identificá-lo. Importante ressaltar que ele sempre agia da mesma maneira, por isso pudemos identificar as vítimas. Abordava as pessoas pedindo ajuda para concertar a motocicleta que, segundo ele, apresentava problemas. Quando elas se aproximavam ele passava a se masturbar e passar a mão nas pernas e partes íntimas das vitimas. — explica a delegada Inara Danielle Marques Drapalaki.

O mandado de prisão preventiva foi cumprido na tarde desta segunda-feira (21) em Porto Belo. Além disso, um mandado de busca e apreensão, na casa do suspeito em Palhoça, também foi realizado.

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Após a prisão, ele foi encaminhado à sede da Deic. As investigações sobre o caso continuam.

— Imagino que podemos ser procurados por muitas vítimas. Temos umas quatro que já realizaram o registro e ainda não conseguimos contato — sinaliza.

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Denúncias a respeito desse e de outros casos podem ser feitas por meio do whatsapp (48) 98844-0011 ou no Disque Denúncia 181.

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