Homem que apoiava Bolsonaro mata defensor de Lula em discussão sobre política em MT, diz polícia

Ambos trabalhavam cortando lenha em uma propriedade de Cuiabá

Compartilhe:

Caso aconteceu no feriado de 7 de setembro (Foto: Polícia Civil, Reprodução)

Um homem de 44 anos foi morto por golpes de faca e machado, na noite de quarta-feira (7), após uma discussão política em Cuiabá (MT). De acordo com a Polícia Civil, a vítima era apoiador do candidato à Presidência da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O autor, de 22 anos, no entanto, é defensor da reeleição do presidente Jair Bolsonaro (PL). As informações são do g1.

Continua após a publicidade

Receba as principais notícias de Santa Catarina pelo Whatsapp

Os dois trabalhavam juntos em uma chácara da zona rural da cidade e cortavam lenha quando a discussão começou. Segundo o delegado responsável pelo caso, Victor Oliveira, o que fez com que o embate acontecesse foi a opinião política divergente.

Continua após a publicidade

— A vítima estava defendendo o Lula e o autor, defendendo o Bolsonaro — afirmou Oliveira.

Segundo a Polícia Civil, o apoiador do atual presidente deu um soco no colega de trabalho e em seguida pegou uma faca. O defensor de Lula tentou correr, mas foi acertado pelas costas e caiu no chão, quando recebeu um golpe de machado no pescoço e morreu. 

Petista é morto por bolsonarista em sua própria festa de aniversário no Paraná

O autor escondeu as armas e andou até a cidade próxima para solicitar atendimento médico, pois estava com um corte na mão e outro na testa. Ele alegou ter sido vítima de roubo. 

Continua após a publicidade

Encaminhado para a delegacia, o defensor de Bolsonaro confessou o crime. Ele foi preso em flagrante por homicídio qualificado, por motivo fútil e cruel, e teve prisão convertida para preventiva.

Leia também

Lula lamenta assassinato de petista por bolsonarista em festa no PR

Continua após a publicidade

Luto em Blumenau por ex-secretário petista é gesto de elegância política

Mulher comete assassinato brutal em Gaspar, alega assédio e pega 20 anos de prisão