Quem são os 4 homens encontrados enterrados após serem mortos ao cobrar dívida no PR

Suspeitos de envolvimento no caso, pai e filho seguem foragidos

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Da esquerda para a direita, Afonso, Robishley, Rafael e Alencar (Foto: Redes sociais, Reprodução)

A Polícia Civil do Paraná confirmou nesta sexta-feira (19) a localização dos corpos de quatro homens que desapareceram após viajar de São José do Rio Preto (SP) até Icaraíma, no noroeste paranaense, para cobrar uma dívida. As vítimas foram identificadas como Robishley Hirnani de Oliveira, Rafael Juliano Marascalchi, Diego Henrique Afonso e Alencar Gonçalves de Souza. As informações são do g1.

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Segundo o delegado Gabriel Menezes, os corpos foram encontrados em uma área rural, a cerca de 500 metros do local onde a picape utilizada pelas vítimas havia sido descoberta no dia 12 de setembro. O veículo estava escondido em um bunker, coberto por uma lona e apresentava marcas de sangue. Escavações realizadas a partir de quinta-feira (18) levaram os policiais até o ponto onde os corpos estavam enterrados e cobertos por plantas.

Principais suspeitos

As investigações apontam como principais suspeitos Antonio Buscariollo, de 66 anos, e o filho dele Paulo Ricardo Costa Buscariollo, de 22, que estão foragidos desde o início de agosto. A dupla chegou a prestar depoimento logo após o desaparecimento, mas deixou a região e não foi mais localizada. Mandados de prisão temporária foram expedidos contra ambos.

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Entenda o caso

A polícia apurou que os três homens de São Paulo trabalhavam há cerca de 13 anos com cobrança de dívidas e foram contratados por Alencar, uma das vítimas e morador de Icaraíma, para negociar o pagamento de uma propriedade rural vendida à família Buscariollo por R$ 255 mil. O valor foi dividido em dez notas promissórias, mas nenhuma parcela foi quitada.

As últimas imagens das vítimas com vida foram registradas por câmeras de segurança de uma padaria em Icaraíma, no dia 5 de agosto. Poucas horas depois, elas deixaram de responder mensagens enviadas pelas famílias.

Além de Antonio e Paulo, outros familiares que viviam na propriedade também desapareceram e são investigados. A Polícia Civil mantém as investigações em andamento, mas mantém parte das informações em sigilo.

Veja fotos do caso

*Sob supervisão de Luana Amorim

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