O que muda em SC com o fim do decreto de calamidade pública da pandemia

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Secretário de Estado de Saúde, André Motta Ribeiro, deixa o cargo nesta quinta-feira (31) (Foto: Mauricio Vieira / Secom)

A não renovação do decreto de estado de calamidade pública em Santa Catarina para enfrentamento da pandemia de Covid-19 representa, na prática, o retorno dos ritos habituais nos processos de gestão administrativa, especialmente no âmbito da Secretaria da Saúde. 

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O Centro de Operações em Emergências em Saúde (COES), por exemplo, deixa de existir. O órgão deu suporte técnico às decisões tomadas pelos gestores públicos no enfrentamento à pandemia. O que eram regras anteriormente passam a ser orientações agora, como o uso de máscaras.

Uma entrevista coletiva está marcada para as 11h na sede estadual da Defesa Civil para explicar a não postergação.

A decisão é baseada no cenário epidemiológico atual e no avanço da vacinação. Carlos Moisés da Silva irá apresentar um balanço da gestão da pandemia. Irá ressaltar que as indústrias não deixaram de trabalhar e que o estado foi o primeiro do país a determinar o fechamento de algumas atividades após o primeiro caso de contaminação comunitária, em 17 de março de 2020.

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