Os dados da Caged mostram o tamanho e o crescimento da rotatividade do mercado formal de trabalho em Joinville. O tempo médio de vínculo de quem saiu do emprego no primeiro semestre de 2025 foi de 14,7 meses, período abaixo da média estadual e nacional. Ou seja, quem deixou ou trocou de emprego nos primeiros seis meses do ano na cidade, estava trabalhando há 14,7 meses no mesmo lugar, em média.
Entre janeiro e junho do ano, Joinville abriu 7,5 mil empregos, em saldo da contratação de 94 mil trabalhadores e demissão de 86,5 mil. No primeiro semestre do ano passado, a cidade teve a criação de 9,3 mil vagas. Mesmo com saldo maior em 2024, o número de contratações e demissões foi menor naquele ano (90,2 mil versus 81,3 mil) em comparação com 2025.
O tempo médio de quem deixou o emprego (por decisão própria ou desligamento pelo empregador) no primeiro semestre é o mais baixo para o período desde que a atual metodologia do Caged entrou em vigor, no início de 2020. Até então, o menor intervalo registrado no primeiro semestre foi no ano passado, quando quem saiu do emprego estava, em média, há 15 meses ocupando a vaga.
No País, quem deixou uma vaga no primeiro semestre deste ano estava, em média, há 18,5 meses no emprego. A média de Joinville nos primeiros meses de 2025, de 14,7 meses, é a mais baixa entre os 40 municípios que mais abriram vagas no ano no País. Joinville foi a 18ª cidade em criação de novos empregos no período, em ranking nacional.
Por que trânsito de Joinville terá balanças móveis e lombadas portáteis
Frutos do mar são atração em festival de gastronomia na “praia” de Joinville
Dragagem portuária de mais de R$ 300 milhões em SC está mais perto de começar
Trem entre Porto Alegre e Gramado tem anúncio no RS; quais os planos para novas ferrovias em SC
Obras da Ponte de Guaratuba chegam a 70%; duplicação em SC aumenta “expectativa”
Quais cidades criaram mais empregos com carteira assinada em SC no primeiro semestre
Primeira etapa de parque ao lado de rio em Joinville tem novo prazo para ficar pronta
