ATUALIZAÇÃO: Após publicação da coluna, o governo do Estado anunciou nesta sexta-feira a sua segunda escola escolhida para fazer parte do projeto. Ela ficará em Palhoça. No caso de Chapecó, segundo a secretaria de Educação, o governo procurou a pasta para que a unidade seja estadual.

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Além de Biguaçu, já indicada pelo governo do Estado para ter uma escola dentro do modelo cívico-militar do governo federal, outras três cidades vão receber o projeto do Ministério de Educação (MEC).

A informação foi repassada pelo ministro Abraham Weintraub, nesta sexta-feira, em reunião com os deputados Rogério Peninha Mendonça (MDB) e Hélio Costa (Republicanos). Além disso, o governo do Estado divulgou a segunda cidade escolhida pela pasta para adotar a estratégia do governo federal. Segundo o anúncio, escolas de Itajaí, Chapecó e Palhoça serão as contempladas na primeira etapa do programa. A primeira deve ser uma unidade municipal, enquanto as outras duas são escolas estaduais.

No caso de Palhoça, a escolhida pelo governo catarinense foi a nova unidade do bairro Bela Vista, a Escola Professor Ângelo Cascaes Tancredo. Ela será aberta a partir de 2020, com capacidade para 400 alunos por turno.

Treze cidades catarinenses demonstraram interesse em participar do programa. São elas: Chapecó, Itajaí, Jaraguá do Sul, Camboriú, Araranguá, Campos Novos, Correia Pinto, Curitibanos, Fraiburgo, Joaçaba, Vargem, Xanxerê e Caçador.

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A Capital catarinense decidiu não aderir ao projeto. Segundo a prefeitura, dois motivos embasaram a decisão de a cidade recusar ao convite enviado pelo ministério para todos os municípios e Estados.

Um dos requisitos é que ao menos 26 militares das Forças Armadas – 20 praças e 6 oficiais – morem na cidade. Policiais e bombeiros militares estaduais também poderão integrar o projeto. Outro critério é a necessidade de a escola estar instalada em área de vulnerabilidade social. Além disso, a comunidade escolar precisa aprovar a proposta.

O trabalho dos militares internamente será de disciplina. A estrutura escolar continua sendo administrada pelos profissionais da rede de educação, seja ela municipal ou estadual.

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