Santa Catarina vive um aumento exponencial das investigações que miram em crimes financeiros na Polícia Federal. Um dos nomes por trás das recentes ações é o do delegado Christian Robert Wurster, um dos grandes especialistas da PF em lavagem de dinheiro, que começou a carreira no Estado, em Joinville, e retornou a SC recentemente.  

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Wurster esteve à frente da Delegacia de Crimes Financeiros da Polícia Federal em Curitiba, que foi responsável pelas investigações da Operação Lava Jato. De lá, o delegado foi transferido para Brasília, onde chefiou nos últimos anos a Divisão de Repressão à Lavagem de Dinheiro, um órgão da Coordenação-Geral de Repressão à Corrupção e Crimes Financeiros, que integra a Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado e à Corrupção.  

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A coluna apurou que, por questões familiares, Wurster pediu transferência no início do ano a SC e está lotado na Delegacia de Lages – mas tem atuado em todo o Estado.

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Esta semana, foi dele a coordenação da complexa operação Ouranós, que mirou em um grupo de jovens da classe média de Balneário Camboriú que teve uma ascensão meteórica no mercado financeiro atuando na ilegalidade, e hoje movimenta bilhões na Faria Lima, no coração econômico de São Paulo.  

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