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O afago público de Moisés a Pinho Moreira e o aceno ao MDB

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Por Dagmara Spautz
01/12/2021 - 07h31
Governador Carlos Moisés e ex-governador Eduardo Pinho Moreira em Curitiba
Governador Carlos Moisés e ex-governador Eduardo Pinho Moreira em Curitiba (Foto: Peterson Paul, Secom SC)

Durante a reunião do Codesul com os governadores Ratinho Jr. e Eduardo Leite, na terça-feira (30), o governador Carlos Moisés apresentou números de Santa Catarina e elogiou o ex-governador Pinho Moreira por ter, segundo ele, iniciado o processo de recuperação das finanças do Estado que foi fortalecido pela gestão atual. Moisés creditou à “dobradinha” o superávit dos últimos dois anos.

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A proximidade entre o governador e o ex não é de hoje. O atual governo de SC manteve, por exemplo, os secretários da Fazenda e Justiça e Cidadania da gestão anterior – e Moisés indicou Eduardo Pinho Moreira para a presidência do BRDE, um cobiçado cargo cujos rendimentos chegam perto de R$ 60 mil por mês. Foi como presidente do banco que o ex-governador esteve também em Curitiba, onde ocorreu a reunião do Codesul.

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Mas o afago público, em plateia privilegiada, foi mais do que um aceno amigo. É mais uma clara sinalização de Moisés em direção ao MDB. O namoro, que vinha sendo levado por ambos os lados em banho-maria, deu uma esquentada ao longo dos últimos dias e a tendência é que o partido defina rumos na reunião que está marcada para o dia 6 de dezembro.

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Moisés encontra duas frentes de resistência no MDB. A primeira delas é a defesa de uma candidatura própria, com três possíveis candidatos. A segunda, o fato de vir de fora – o presidente estadual, deputado Celso Maldaner, já sinalizou que o governador não poderia chegar ao partido como candidato, teria que concorrer com os quadros internos. O que não faz sentido para um governador que busca a reeleição. A terceira hipótese, mais provável, é de uma composição. Nesse caso, Moisés se filiaria a um outro partido e abraçaria o MDB para a disputa em 2022.

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