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    13º salário vai colocar quase R$ 10 bilhões na economia de SC

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    Por Estela Benetti
    20/11/2020 - 12h49 - Atualizada em: 20/11/2020 - 12h51
    Trabalhadores que recebem o 13º salário poderão poupar mais
    Trabalhadores que recebem o 13º salário poderão poupar mais (Foto: Pixabay, divulgação)

    Dentro de 10 dias, em 30 de novembro, a maioria dos trabalhadores vai receber a primeira parcela do 13º salário, gratificação que será integral inclusive para quem teve redução de salário durante a pandemia. Estimativas feitas pela Confederação Nacional do Comércio (CNC) apontam que essa remuneração extra vai colocar no mercado nacional mais de R$ 208 bilhões e, em Santa Catarina, mais de R$ 9,6 bilhões. O Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) estima que o 13º vai injetar na economia do país R$ 215 bilhões. Frente a essa estimativa 3,36% maior, dá para projetar que em SC chegará a R$ 9,92 bilhões de receita.

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    Neste final de ano em especial, a expectativa é de que um número maior de pessoas poderá poupar pelo menos uma parte do 13º salário. Isso porque as famílias consumiram menos em função do distanciamento social imposto pela pandemia e, por isso, estão menos endividadas. 

    As projeções sobre os valores globais pagos de 13º salário incluem trabalhadores do setor privado, servidores públicos, aposentados, pensionistas e trabalhadores domésticos. Não incluem trabalhadores informais e quem recebe aposentadoria de fundo de pensão privado. Ao todo, cerca de 80 milhões de brasileiros deverão ser beneficiados, dos quais 60% (48 milhões) são trabalhadores do setor privado, estima o Dieese.

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    A Pesquisa sobre Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), feita pela Fecomércio-SC, confirma que as famílias do estado conseguiram reduzir suas dívidas durante a pandemia. Em outubro do ano passado, 57% estavam pagando algum tipo de dívida. Em outubro deste ano, o número caiu para 42%. Isso significa que 50.986 famílias catarinenses passaram a ter mais renda disponível para consumir. Poderão comprar mais neste final de ano ou poupar.

    Mas diante das dificuldades impostas pela pandemia, a expectativa é de que um número maior de trabalhadores opte por economizar. Farão uma reserva para eventual dificuldade porque a Covid-19 continua ou para pagar as tradicionais dívidas de volta às aulas e os Tributos de início de ano, como o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e o Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA).

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