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Indústria

Fiesc em missão nos EUA

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Por Estela Benetti
20/04/2018 - 04h55 - Atualizada em: 20/04/2018 - 08h31
fiesc
(Foto: )

Com o propósito de fortalecer parcerias com o Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT) e falar sobre a economia de SC, o presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, e o diretor do Senai/SC, Jefferson de Oliveira Gomes, estão em missão institucional nos Estados Unidos. Nesta quinta-feira (19), eles se reuniram com pesquisadores do MIT (foto) quando abordaram alternativas de pesquisas nos institutos Senai de Inovação em SC: de Sistemas de Manufatura, Processamento Laser e Sistemas Embarcados.Também tiveram encontro com o pesquisador André Nascimento que executa o projeto Accelerating Innovation in Brazil em parceria com o Senai nacional e o MIT sobre o ecossistema de inovação brasileiro. Côrte foi  palestrante, à noite, no Babson College, quando falou sobre economia de SC e interagiu com o Observatório da Indústria, em Florianópolis. Esse evento foi organizado pelo Cambridge Institute of Brazilians Studies e a Brazil Today. O último compromisso será sobre indústria 4.0, conferência liderada por Gomes na embaixada brasileira, em Washington.  

 

Veja também: Juros para o consumidor têm de baixar, diz economista-chefe do Bradesco

 

Gestão na moda 

 Sebrae/SC e a Lojas Renner,
(Foto: )

Um dos segredos de sucesso de companhias sólidas é a excelência dos fornecedores. Atentos a isso e no fortalecimento da competitividade de pequenas empresas, o Sebrae/SC e a Lojas Renner, uma das maiores empresas de moda do Brasil, promoveram a capacitação de 75 oficinas têxteis dentro do Projeto de Encadeamento Produtivo. Os resultados que serão apresentados hoje foram tão positivos que o modelo será replicado pelo Sebrae em outras regiões do Brasil. Esse grupo que fornece à Renner melhorou qualidade, prazos, produtividade e sustentabilidade. Entre os exemplos estão as confecções M.Alexandre Martins, de Balneário Gaivotas, que elevou em 67% a produtividade, e a Duplo Sentido, de Içara, que aumentou a produção em 15%.  

 

Lucro 8,6% maior

A Engie Brasil Energia fechou o primeiro trimestre do ano com lucro líquido de R$ 489,3 milhões, 8,6% superior ao do mesmo período do ano passado. A receita operacional líquida cresceu 16,4% na mesma comparação e atingiu R$ 1,868 bilhão. O Ebitda alcançou R$ 1,046 bilhão, 18,2% maior que o do mesmo trimestre de 2017. Segundo o presidente da companhia, Eduardo Sattamini, os resultados refletem a disciplina no cumprimento da estratégia de buscar a máxima criação de valor através da eficiente operação dos ativos de geração e da gestão de seu portfólio de clientes e energia. 

— Alongamos o perfil de contratação do portfólio de energia livre da companhia e reduzimos o risco de preços para os próximos anos – explicou ele. 

 

Leia mais sobre economia de SC nas publicações de Pedro Machado e Claudio Loetz

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Especialista na economia de Santa Catarina, traduz as decisões mais relevantes do mercado, faz análises e antecipa tendências que afetam a vida de empresários, governos e consumidores.

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