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Medidas frente à pandemia

Setor empresarial de SC se posiciona contra lockdown de 14 dias; entidades divulgam notas

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Por Estela Benetti
27/02/2021 - 14h59 - Atualizada em: 28/02/2021 - 10h35
Mercado Público de Florianópolis ficou vazio em função do lockdown
Mercado Público de Florianópolis ficou vazio em função do lockdown do fim de semana (Foto: Diorgenes Pandini)

Entidades que representam o setor privado catarinense, por meio do Conselho das Federações Empresariais (Cofem) e de outras associações, divulgaram uma série de comunicados neste sábado reafirmando posição contra lockdown total de 14 dias. Essa medida restritiva para conter o avanço do novo coronavírus foi recomendada por instituições como o Ministério Público do Estado (MPSC), Defensoria Pública, Tribunal de Contas (TCE) e outras. O Cofem informou que apoia as medidas restritivas que estão nos dois decretos do governo de SC, um deles com restrições nos finais de semana.

Juízes pedem lockdown de 15 dias em Santa Catarina

Governo de Santa Catarina recusa recomendação para lockdown de 14 dias

- O Cofem defende a saúde em primeiro lugar e entende que, com a devida observância dos protocolos sanitários, a segurança dos trabalhadores é garantida e que a adoção de um lockdown completo não é a melhor resposta para enfrentar o agravamento da pandemia. Para as entidades empresariais, é fundamental que a população siga os protocolos de segurança, evitando aglomerações, que sejam adotadas medidas para que a população tenha acesso ao tratamento precoce em casos de infecção e que o ritmo da vacinação ganhe velocidade – afirmou o conselho.

Fazem parte do Cofem as federações das indústrias (Fiesc), comércio e serviços (Fecomércio), CDLs (FCDL-SC), agricultura (Faesc), transportes (Fetrancesc), associações empresariais (Facisc), pequenas empresas (Fampesc) e Sebrae-SC.

Confira a íntegra das mensagens de entidades empresariais:

Fiesc alerta que a disseminação ocorre fora das empresas

“Em contato com o governador Carlos Moisés neste sábado, presidente da FIESC argumentou que protocolos nas fábricas são rigorosos e que a atividade é essencial, inclusive para gerar os recursos necessários ao enfrentamento da pandemia

A Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC) manifestou ao governo do estado a preocupação com um potencial fechamento das atividades econômicas, posicionamento que coincide com o das demais entidades que integram o Conselho das Federações Empresariais de Santa Catarina (COFEM). Em ligação ao governador Carlos Moisés, na manhã deste sábado (27), o presidente da entidade, Mario Cezar de Aguiar, argumentou que o trabalho nas indústrias é seguro e que a atividade industrial é essencial, inclusive para gerar os recursos necessários para combater a pandemia.

“A vida está sempre em primeiro lugar. Não há contradição entre a manutenção da atividade fabril e a proteção à saúde das pessoas. Os profissionais estão seguros dentro das fábricas, pois os protocolos são rigorosos e seguidos à risca”, diz Aguiar. “A disseminação do vírus ocorre em outras circunstâncias e, por isso, o mais importante neste momento é a observância dos protocolos, especialmente no que se refere a evitar as aglomerações, o que exige a consciência das pessoas quanto ao momento crítico da pandemia”, acrescentou, lembrando que a eficácia dos lockdowns têm sido questionada internacionalmente.

O presidente da FIESC também lembrou que a atividade industrial faz parte de uma cadeia essencial, e, por isso, sua interrupção teria graves consequências, inclusive para produção de alimentos, bebidas, embalagens e outros itens necessários ao enfrentamento da pandemia, bem como à geração dos impostos, sem os quais o governo não teria como atuar durante a crise. “A indústria está comprometida com a sociedade e, desde o início da crise, desenvolveu inúmeras ações de apoio, desde a doação de recursos por meio do fundo Fera, o conserto e aquisição de respiradores, até a elaboração de protocolos de segurança para os diversos setores da atividade econômica, necessários para conciliar a produção e a saúde dos catarinenses”, finaliza Aguiar”.

FCDL/SC diz estar apreensiva com proposta de lockdown integral

“A Federação das Câmaras Dirigentes Lojistas de Santa Catarina recebeu com surpresa e apreensão a manifestação dos Ministérios Públicos do Estado, Federal, do Trabalho, Tribunal de Contas e das Defensorias Públicas, na qual estas se manifestam pela imediata adoção por parte do Governo do Estado de Santa Catarina do fechamento integral de todas as atividades não essenciais por 14 dias.

O Governo recentemente publicou decreto, certamente com base em estudos, determinando o fechamento das atividades não essenciais por dois fins de semana consecutivos. Antes de qualquer medida açodada, é preciso aguardar as consequências dos novos decretos do Governo do Estado, que prejudicam o comércio e a economia catarinense.

Nossos associados lojistas cumprem integralmente regras sanitárias rígidas, a FCDL/SC investe em campanhas de conscientização e nosso segmento é, sem dúvidas, um dos que mais cumpre as regras sanitárias. Vamos enfrentar nesses dois fins de semana fechados sérios problemas, mas vamos encarar e dar mais uma vez nossa parcela de contribuição.

O fechamento de 14 dias de todas as atividades nesse momento é muito prejudicial. Essencial para todos, que não tem o salário garantido no fim do mês, é poder trabalhar, com a certeza de que o Estado estará aparelhado para atender as demandas da saúde. Mas pelo visto não está. E é com isto que as entidades signatárias deveriam estar preocupadas. Há um ano essa medida foi tomada e qual foi o resultado prático? Nenhum que justifique ser adotada novamente. Fiscalização é a palavra. Somos pela vida plena, e, por isso, as medidas como as indicadas pelas entidades retro nominadas são consideradas pelos lojistas catarinenses excessivas”.

Facisc se posiciona contra sugestão do poder judiciário

A Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (Facisc), que congrega 148 associações empresariais e mais de 34 mil empresas em Santa Catarina, é contra as recomendações do MP e outros órgãos do Poder Judiciário, divulgado na data de ontem, 26/2, orientando para o lockdown de 14 dias neste momento. Para o presidente da Facisc, Sérgio Rodrigues Alves, é necessário primeiro avaliar os resultados alcançados com o decreto em vigor. “Vamos aguardar os resultados do atual decreto para depois, caso não tenha surtido efeito desejado adotar medidas mas duras”.

Ontem também, a Facisc emitiu um comunicado apoiando o decreto em curso, e pedindo atenção às empresas geradoras de emprego e renda, e que vêm cumprindo a risca às regras sanitárias.

Fetrancesc apoia medidas do governo e diz ser contra lockdown de 14 dias

“Fazer lockdown aos finais de semana é considerado, sim, um ato responsável. É durante este período em que ocorrem efetivamente as aglomerações e consequentemente as contaminações. É quando famílias e amigos se reúnem que acabam por transferir a Covid-19 em grande escala, que, por sua vez, contamina muitas outras pessoas da convivência daquelas. Não se pode atribuir a responsabilidade total ao ambiente de trabalho como sendo nele unicamente que ocorrem as contaminações. Não se tem estatística comprovada e acreditamos que com a adoção das medidas sanitárias, quando isto acontece, representa o menor percentual. Isto porque as empresas adotaram e mantiveram todos os protocolos de segurança para garantir a saúde e o bem-estar dos seus colaboradores. *Decretar fechamento total das atividades por 14 dias é ato irresponsável e vai gerar fechamento de empresas, desemprego, fome, miséria, desabastecimento e diversas outras situações deste efeito cascata. Por estas razões, o Sistema Fetrancesc manifesta sua contrariedade ao fechamento total das atividades por 14 dias, conforme recomendado por medida extrajudicial pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), Ministério Público Federal (MPF), Ministério Público do Trabalho (MPT), Tribunal de Contas do Estado (TCE), Defensoria Pública da União (DPU) e Defensoria Pública Estadual (DPE-SC) ao Governo do Estado. _Inclusive, recomenda-se que os órgãos citados acima tragam ao conhecimento da sociedade se os municípios, que hoje fazem lockdown, realizaram os investimentos necessários em saúde para combate a pandemia com os recursos vindos dos Governos Federal e Estaduais._ Manifesta, principalmente, que a contaminação não vem só de quem trabalha, aliás quem trabalha gera economia para o custeio das atividades do Estado. Creditamos o maior contágio ao convívio social indiscriminado e irresponsável. Os profissionais das estradas, que garantiram o abastecimento total da população em todos os momentos da pandemia, tiveram pouquíssimos casos de contaminação entre si. Acima de tudo, o Sistema Fetrancesc é solidário com as mais de 250 mil vidas perdidas pela Covid-19 no Brasil e mais de sete mil no Estado, bem como seus familiares e amigos. Porque o transporte move o Brasil. O transporte move Santa Catarina. #fiqueemcasasenaoestivertrabalhando”.

Fampesc envia ofício à Procuradoria com argumentos contra lockdown de 14 dias

“A Federação das Associações das Micro e Pequenas Empresas de Santa Catarina vem, por meio deste, manifestar seu apoio ao Decreto Lei 1.172, que está orientando as associações do estado para que sejam cumpridas todas as normas e diretrizes emitidas pelo Governo de Santa Catarina. Também lamentamos os mais de sete mil óbitos ocorridos em nosso estado. Mas queremos manifestar nosso posicionamento contrário a um lockdown por mais tempo em toda Santa Catarina, pois tal medida afetará diretamente as micro e pequenas empresas, comprometendo a manutenção da renda, os postos de trabalho de todas essas pessoas e empresas, aumentando o endividamento que ficou de herança do ano de 2020. Pedimos uma atenção especial a esta grave situação do segmento e colocamo-nos desde já à disposição para o necessário diálogo da Procuradoria-Geral de Justiça com todo o Sistema Fampesc, formado por 18 associações afiliadas, com o objetivo de trabalhamos em conjunto”.

Federação de Hotéis, Restaurantes e Bares de SC divulga manifesto contra fechamento

Manifestação contrária ao lockdown com suspensão de atividades não essenciais por 14 dias em Santa Catarina O povo catarinense recebe com perplexidade o pedido de lockdown com suspensão de atividades não essenciais por 14 dias em Santa Catarina formulado pelos excelentíssimos senhores Procurador-Geral de Justiça de Santa Catarina (MPSC), Fernando da Silva Comin, Presidente do Tribunal de Contas do Estado/SC, Adircélio de Moraes Ferreira Júnior, Sub-procuradora Geral da República/SC, Célia Regina Souza Delgado, Procurador-Chefe do Ministério Público do Trabalho/SC, Marcelo Goss Neves, Defensor Público Geral do Estado/SC, Renan Soares de Souza e Defensor Público Federal, Gustavo de Oliveira Quandt.

É sabido que a situação já não é boa e decretar lockdown em Santa Catarina neste momento só vai piorar o quadro geral. Impedir o fornecimento de bens e serviços agrava a crise por diversos motivos, a iniciar pelo sofrimento provocado pelas privações que a população enfrenta em situação limítrofe de desespero, passando pelo extermínio de empregos e de empresas e tendo como consequência a queda da arrecadação de tributos indispensáveis para que o Estado possa prover os necessários meios (UTI, respiradores, vacinas, remuneração dos servidores públicos...) para superar a pandemia.

As empresas estão ainda a procura de meios de sobrevivência e recursos para mitigar, pelo menos em parte, os prejuízos sofridos desde março/2020, em especial as empresas de turismo, hospitalidade alimentos e bebidas a FHORESC representa, provavelmente o mais atingido pela crise. O atual estado de calamidade exige coragem e equilíbrio de decisões para que a força produtiva vença a pandemia provocada pelo Covid-19, ao passo que decreto de lockdown somente provocaria efeitos irreversíveis na economia do Estado de Santa Catarina com reflexos diretos para pior na saúde da população.

Em manifesto, 86 entidades enviam ofício ao governo de SC contra a suspensão de atividades por duas semanas

"Na manhã deste sábado (27), a diretoria da CDL de Florianópolis se reuniu para repercutir acerca do expediente enviado por Ministério Público Estadual, Ministério Público Federal, Ministério Público do Trabalho, Tribunal de Contas do Estado, Defensoria Pública da União e Defensoria Pública estadual ao governador Carlos Moisés da Silva no dia anterior, recomendando a suspensão das atividades não essenciais em Santa Catarina por 14 dias.

São 86 entidades e fóruns empresariais que endossam a manifestação do Governo do Estado no sentido de que compete ao Poder Executivo formular as políticas públicas voltadas para a preservação da vida, nelas compreendidas a adoção de medidas de proteção à saúde da população compatíveis as atividades econômico-produtivas, indispensáveis para a manutenção da qualidade de vida do cidadão catarinense e do regular cumprimento dos deveres constitucionais do Estado de Santa Catarina.

Para chancelar a solidariedade das entidades empresariais e apoio ao Governo de Santa Catarina, o ofício foi enviado de forma digital na tarde deste sábado (27) e o documento físico será encaminhado na primeira hora de segunda-feira (1º)".

Assinam o ofício as entidades a seguir:

CÂMARA DE DIRIGENTES LOJISTAS DE FLORIANÓPOLIS

SINDICATO INTERMUNICIPAL DOS ESTABELECIMENTOS DE GARAGENS, ESTACIONAMENTOS,

LIMPEZA E CONSERVAÇÃO DE VEÍCULOS (SINDEPARK/SC)

ASSOCIAÇÃO DE TREINADORES DE CORRIDA DE SANTA CATARINA (ATC/SC)

FEDERAÇÃO DE HOTÉIS, RESTAURANTES, BARES E SIMILARES DO ESTADO DE SANTA CATARINA (FHORESC)

SINDICATO DOS CENTROS DE FORMAÇÃO DE CONDUTORES DE SANTA CATARINA (SINDEMOSC)

CONSELHO REGIONAL DE CORRETORES DE IMÓVEIS DO ESTADO DE SANTA CATARINA (CRECI 11ª REGIÃO)

SINDICATO DAS EMPRESAS DE TRANSPORTE COLETIVO DE PASSAGEIROS DA GRANDE FLORIANÓPOLIS (SETUF)

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE INDÚSTRIA DE HOTÉIS DE SANTA CATARINA (ABIH/SC)

CÂMARA DE DIRIGENTES LOJISTAS DE BLUMENAU

ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DE FLORIANÓPOLIS (ACIF)

FEDERAÇÃO DOS CONVENTIONS BUREAUX DE SANTA CATARINA

CÂMARA DE DIRIGENTES LOJISTAS DE SÃO JOAQUIM

SINDICATO DE HOTÉIS, RESTAUNTES, BARES E SIMILARES DE FLORIANÓPOLIS (SHRBS)

CÂMARA DE DIRIGENTES LOJISTAS DE PINHALZINHO

CÂMARA DE DIRIGENTES LOJISTAS DE ALFREDO WAGNER

CÂMARA DE DIRIGENTES LOJISTAS DE SANTO AMARO DA IMPERATRIZ

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EMPRESAS DE EVENTOS (ABEOC/SC)

SINDICATO DO COMÉRCIO VAREJISTA DE FLORIANÓPOLIS E REGIÃO (SINDILOJAS FLORIANÓPOLIS E REGIÃO)

ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E INDUSTRIAL DE URUBICI

CÂMARA DE DIRIGENTES LOJISTAS DE URUBICI

CÂMARA DE DIRIGENTES LOJISTAS DE PORTO BELO

CÂMARA DE DIRIGENTES LOJISTAS DE NOVA ERECHIM

CÂMARA DE DIRIGENTES LOJISTAS DE ARVOREDO

CÂMARA DE DIRIGENTES LOJISTAS DE CAÇADOR

FLORIANÓPOLIS E REGIÃO CONVENTION & VISITORS BUREAU (FLORIPA CONVENTION)

BANCO DO EMPREENDEDOR

SINDICATO PATRONAL DAS ACADEMIAS EDUCADORAS ESPORTIVAS

DO ESTADO DE SANTA CATARINA (SIACADESC)

ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DE MAFRA (ACIM)

ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E INDUSTRIAL DE ARARANGUÁ (ACIVA)

ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E INDUSTRIAL DE PALHOÇA (ACIP)

CONSELHO REGIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA DA 3ª REGIÃO (CREF3/SC)

CÂMARA DE DIRIGENTES LOJISTAS DE BRAÇO DO NORTE

ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E INDUSTRIAL DE PINHALZINHO (ACIP)

ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E INDUSTRIAL DE TIJUCAS (ACIT)

CONSELHO REGIONAL DOS REPRESENTANTES COMERCIAIS DE SANTA CATARINA (CORE/SC)

CÂMARA DE DIRIGENTES LOJISTAS DE XANXERÊ

ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E INDUSTRIAL DE XANXERÊ (ACIAX)

ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E INDUSTRIAL DE SÃO MIGUEL DO OESTE (ACISMO)

ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E INDUSTRIAL DE ITAJAÍ (ACII)

CÂMARA DE DIRIGENTES LOJISTAS DE BOM RETIRO

CÂMARA DE DIRIGENTES LOJISTAS DE BALNEÁRIO PIÇARRAS

CÂMARA DE DIRIGENTES LOJISTAS DE GRAVATAL

CÂMARA DE DIRIGENTES LOJISTAS DE BALNEÁRIO GAIVOTA

CÂMARA DE DIRIGENTES LOJISTAS DE SÃO JOSÉ

ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DA REGIÃO METROPOLITANA DE FLORIANÓPOLIS (AEMFLO)

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE AGÊNCIAS DE VIAGENS DE SANTA CATARINA (ABAV/SC)

CÂMARA DE DIRIGENTES LOJISTAS DE BIGUAÇU

ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL E CULTURAL DE BIGUAÇU (ACIBIG)

CÂMARA DE DIRIGENTES LOJISTAS DE XAXIM

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE BARES E RESTAURANTES, SECCIONAL SANTA CATARINA (ABRASEL/SC)

ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E INDUSTRIAL DO OESTE CATARINENSE (ACIOC)

ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E INDUSTRIAL DE IPORÃ DO OESTE (ACIIO)

ASSOCIAÇÃO NÁUTICA BRASILEIRA (ACATMAR/SC)

ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DE BRUSQUE, GUABIRUBA E BOTUVERÁ (ACIBR)

ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E INDUSTRIAL DE SEARA (ACIS)

ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E INDUSTRIAL DE LAGES (ACIL)

SINDICATO DA CONSTRUÇÃO CIVIL DA GRANDE FLORIANÓPOLIS (SINDUSCON FLORIANÓPOLIS)

ASSOCIAÇÃO FLORIPAMANHÃ

MOVIMENTO FLORIPA SUSTENTÁVEL

CÂMARA EMPRESARIAL DE TURISMO DA FEDERAÇÃO DO COMÉRCIO DE BENS, SERVIÇOS

E TURISMO DE SANTA CATARINA (FECOMÉRCIO/SC)

ASSOCIAÇÃO DAS EMPRESAS DE TRANSPORTE TURÍSTICO E FRETAMENTO

DO ESTADO DE SANTA CATARINA (AETTUSC)

ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DE SALETE (ACIS)

SINDICATO DOS ENGENHEIROS NO ESTADO DE SANTA CATARINA (SENGE/SC)

CÂMARA DE DIRIGENTES LOJISTAS DE TIMBÉ DO SUL

ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E INDUSTRIAL DE CHAPECÓ (ACIC)

CÂMARA DE DIRIGENTES LOJISTAS DE CHAPECÓ

MOVIMENTO REAGE SC

FÓRUM DE TURISMO DA GRANDE FLORIANÓPOLIS (FORTUR)

CÂMARA DE DIRIGENTES LOJISTAS DE CONCÓRDIA

CÂMARA DE DIRIGENTES LOJISTAS DE GRÃO-PARÁ

CÂMARA DE DIRIGENTES LOJISTAS DE SAUDADES

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS PROMOTORES DE EVENTOS (ABRAPE/SC)

CÂMARA DE DIRIGENTES LOJISTAS DE BALNEÁRIO RINCÃO

CÂMARA DE DIRIGENTES LOJISTAS DE PONTE SERRADA

CÂMARA DE DIRIGENTES LOJISTAS DE SÃO FRANCISCO DO SUL

CÂMARA DE DIRIGENTES LOJISTAS DE TREZE TÍLIAS

SINDICATO DO COMÉRCIO VAREJISTA DE BRUSQUE E REGIÃO (SINDILOJAS BRUSQUE E REGIÃO)

ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DE CANOINHAS (ACIC)

CÂMARA DE DIRIGENTES LOJISTAS DE GUARACIABA

ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DE PALMA SOLA (ACEPA)

CÂMARA DE DIRIGENTES LOJISTAS DE PALMA SOLA

SINDICATO DA CONSTRUÇÃO CIVIL DE BALNEÁRIO CAMBORIÚ (SINDUSCON BALNEÁRIO CAMBORIÚ)

SINDICATO DO COMÉRCIO E ATACADO DE BALNEÁRIO CAMBORIÚ E CAMBORIÚ (SINDILOJAS BC)

ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E INDUSTRIAL DE ITÁ (ACITA)

CÂMARA DE DIRIGENTES LOJISTAS DE SIDERÓPOLIS

CÂMARA DE DIRIGENTES LOJISTAS DE IÇARA

Estela Benetti

Colunista

Estela Benetti

Especialista na economia de Santa Catarina, traduz as decisões mais relevantes do mercado, faz análises e antecipa tendências que afetam a vida de empresários, governos e consumidores.

siga Estela Benetti

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