nsc
    nsc

    Grupos de risco

    Quais as comorbidades mais comuns entre as vítimas do coronavírus em Blumenau

    Compartilhe

    Evandro
    Por Evandro de Assis
    30/07/2020 - 11h33
    Hipertensão está entre as doenças que mais elevam o risco de morte em Blumenau
    Hipertensão está entre as doenças que mais elevam o risco de morte em Blumenau (Foto: Gabriel Lain, BD, NSC Total)

    Homem, entre 60 e 69 anos de idade, e portador de doenças crônicas. Esse é o perfil mais comum da vítima de Covid-19 em Blumenau. Segundo dados divulgados pelo governo estadual sobre as 46 mortes provocadas pela doença na cidade até esta quarta-feira (30), o risco é maior para quem já convive com problemas no sistema circulatório.

    Dos 46 óbitos, apenas três (6,5%) não tinham doença prévia associada à infecção por coronavírus. Porém, engana-se quem relaciona a palavra "comorbidade", tão comum nas notas de falecimento dos municípios apenas a males graves, que poderiam levar o paciente à morte em pouco tempo. Dentre as condições de saúde estatisticamente como de risco estão diabetes, hipertensão, asma e obesidade.

    > Clique aqui para receber notícias de Blumenau e região via WhatsApp.

    Na tabela abaixo, os números somados dão mais que 46 porque um mesmo paciente pode ter mais de uma doença prévia.

    Dentre os sintomas mais comuns descritos para os pacientes que acabaram morrendo de Covid-19 na cidade, destacam-se tosse (82%), falta de ar (78%) e febre (70%).

    Prevalência de idosos

    Dos 46 blumenauenses que não resistiram às complicações provocadas pelo coronvaírus, 21 tinham entre 60 e 69 anos. Mas também há vítimas jovens, com menos de 30 anos de idade.

    De acordo com o boletim epidemiológico divulgado pela prefeitura de Blumenau na noite de terça-feira (29), há 75 pessoas internadas em Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs) nos hospitais da cidade com suspeita ou confirmação de Covid-19. Há outros 53 pacientes em leitos de enfermaria.

    Blumenau tem 63 leitos de UTI ativos, mas os hospitais abriram o que a prefeitura chama de "leitos de guerra", unidades improvisadas para dar conta da alta demanda.

    Deixe seu comentário:

    Últimas do colunista

    Loading...

    Mais colunistas

      Mais colunistas