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    Volta às aulas presenciais em Santa Catarina seguirá cronograma por faixa etária

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    Por Evandro de Assis
    29/08/2020 - 07h00 - Atualizada em: 31/08/2020 - 06h28
    Estado definiu protocolos para o retorno às atividades presenciais de alunos maiores de 14 anos
    Estado definiu protocolos para o retorno às atividades presenciais de alunos maiores de 14 anos (Foto: Diorgenes Pandini)

    A volta às aulas presenciais em Santa Catarina será por etapas, num cronograma que levará em conta a faixa etária dos estudantes. Universidades serão as primeiras a retornar, seguidas pelo Ensino Profissionalizante, Educação de Jovens e Adultos (EJA) e Ensino Médio. As diferentes etapas serão separadas por intervalos de uma semana — ou 15 dias, a depender da evolução.

    Esse cronograma vem sendo discutido internamente entre dirigentes de educação do Estado e das prefeituras, mas só será oficializado em meados de setembro, quando o cenário da Covid-19 estiver mais claro. As medidas valerão também para as instituições privadas.

    O atual decreto estadual proíbe o retorno das aulas até 12 de outubro. Os acadêmicos voltariam às cadeiras das universidades no dia 13, terça-feira. Isso se os números da pandemia de coronavírus permitirem. Uma das medidas previstas é autorizar os estudantes a optar se preferem assistir às aulas em sala ou pela internet.

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    O governo estadual já divulgou diretrizes de protocolos a serem adotados para alunos com mais de 14 anos de idade. Regras semelhantes estão sendo desenvolvidas para os ensinos Fundamental e Infantil. É possível que as aulas dos anos finais do Fundamental — 6º a 9º anos — voltem ainda em 2020. Mas entre gestores ouvidos pela coluna há sérias dúvidas sobre séries iniciais e creches. É mais provável que fiquem para o ano que vem.

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    Protocolos

    Nas diretrizes já divulgadas, o Estado sugere uma série de medidas para reduzir a chance de contágio, como dividir as turmas em dias alternados, escalonar os horários de entrada e saída de alunos e priorizar o trabalho remoto para professores e funcionários dos grupos de risco. Esses protocolos devem ser adaptados pelos municípios, trabalho que está em andamento.

    Além dos protocolos, Defesa Civil do Estado e municípios discutem planos de contingência, medidas que guiarão as ações dos gestores, por exemplo, na hipótese de surgirem casos positivos no ambiente escolar. Um documento geral deve ser emitido pelo Estado, para depois ser adaptado pelas prefeituras conforme a realidade regional.

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