Não deu! E não deu pela incompetência do próprio Figueirense. Em Belém, o Paysandu segurou o Vitória, mas em Florianópolis o alvinegro não teve a capacidade de sequer fazer um gol para chegar ao tão sonhado acesso.

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Foi um jogo fraco do Figueirense. Um primeiro tempo jogado fora, com erros e precipitações, de um futebol pouco inspirado e pouco competitivo. Na primeira etapa, o time chutou apenas duas vezes, o que dá uma mostra da fragilidade ofensiva do time.

Muitos jogadores sentiram a decisão. O principal deles foi o lateral Muriel, que acabou sacado do time – corretamente – no intervalo de jogo. Na verdade, na primeira etapa, dá de destacar Maurício, Andrew e Moacir. Foram eles que fizeram o pouco que o Figueirense teve. Oberdan, sempre muito elogiado, foi outra decepção.

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O segundo tempo foi diferente em agressividade. Com a entrada de Robinho, o time ficou mais agressivo. O jogo virou um ataque do Figueirense contra a defesa do ABC. Mas foram poucas oportunidades criadas. A bola sempre rondou a área, mas foram poucos os lances de perigo.

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A frustração é gigante! Porque a classificação, o acesso, esteve pelo jogo do Figueirense. O acesso não veio dentro de casa, com quase 16 mil torcedores presentes no Orlando Scarpelli.

O torcedor merecia muito. Fez o que precisava fazer, enchendo o estádio em todos os jogos dessa segunda fase. É um torcedor que vem sofrendo muito com os resultados do time e que não merecia amargar mais um ano de Figueirense na Série C.

Torcedor compareceu no Orlando Scarpelli
Torcedor compareceu no Orlando Scarpelli (Foto: Rodrigo Faraco)

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