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O que acontece no Sul de Santa Catarina, com um olhar focado na região.

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Empresas do Sul de SC são destaque em prêmio de ecologia

Por Lariane Cagnini

19/04/2018 - 05h00

*Por Gabriele Duarte, interina   Criado em 1993, um ano após a Conferência Mundial do Meio Ambiente no Rio de Janeiro (Eco 92), o Prêmio Expressão de Ecologia é especializado em reconhecer, divulgar e incentivar ações ambientais das empresas da região Sul do Brasil. Ao longo de 25 anos de prêmio, 2.643 cases de sucesso foram registrados. Entre as iniciativas, 29 foram premiadas na última edição, divulgadas no início desta semana e que serão premiadas em 20 de julho na Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc), sendo cinco do Sul do Estado.  Foram laureadas as empresas Cecrisa (Criciúma), Cervejaria Lohn (Lauro Müller), Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), Porto de Imbituba e Rio Deserto (Criciúma). Elas foram destaques, respectivamente, nas categorias de conservação de água, resíduos sólidos, agropecuária, conservação de energia e controle de poluição. Agora, são donas do troféu Onda Verde.    Leia também as publicações de Moacir Pereira   Um dos projetos mais interessantes é da Epagri, que disputou com outras 125 instituições. A empresa pública focou na organização e melhoria no sistema de produção orgânica de banana prata em Jacinto Machado, Praia Grande, Timbé do Sul, Ermo, Turvo e Santa Rosa do Sul. Reunidas em três associações, 103 famílias passaram a produzir banana sem o uso de agrotóxicos ou fertilizantes químicos. Atualmente, elas são responsáveis por 450 hectares de produção orgânica certificada pelo Ministério da Agricultura. Graças ao trabalho da Epagri, que teve financiamento de R$ 1 milhão pelo programa SC Rural com contrapartida de 50% dos agricultores, as famílias deixaram de depositar em suas propriedades cerca de 337 toneladas de adubos químicos e 45 mil litros de calda de agrotóxicos por ano.   

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Latrocínio em Araranguá choca comunidade escolar

Por Lariane Cagnini

17/04/2018 - 04h35

* Por Gabriele Duarte, interina A escola Professora Maria Garcia Pessi, a maior de Araranguá em número de alunos, amanheceu em luto ontem. A unidade localizada na Cidade Alta dispensou a comunidade escolar das atividades em razão da violência. Isso porque a merendeira do colégio, Janice Gonçalves Francisco, 39, foi brutalmente assassinada a pauladas no último domingo.  O corpo da mulher foi encontrado sem roupas e coberto de galhos por ciclistas que passavam próximo ao Rio Araranguá durante a tarde. De acordo com os policiais, a última informação da vítima é que ela passou mal durante a madrugada e foi com seu carro para a Unidade de Pronto Atendimento do município por volta da 1h. O veículo foi encontrado ainda no começo da tarde, mas a bolsa não.  A Polícia Civil está investigando o caso e a principal suspeita é de latrocínio, com roubo seguido de morte. Apesar das rondas pela região, nenhum suspeito foi localizado.   Leia outras publicações de Saavedra Veja também: Fiscalização eletrônica passa por auditoria em Joinville Acidente com contaminação em Garuva reacende alerta na Serra Dona Francisca Multas nos corredores de ônibus em Joinville superam a média de seis por dia

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Foto: Marco Favero

Turvo terá festejo para promover a pitaya orgânica

Por Lariane Cagnini

16/04/2018 - 06h40

Por Gabriele Duarte Apesar de vistosa e colorida nas tonalidades rosa, roxa, amarela ou branca, a pitaya ainda é uma fruta pouco conhecida dos catarinenses.  O cultivo da dragon fruit, como a espécie é conhecida no oriente devido à aparência exótica, teve início em Santa Catarina há somente sete anos. O solo fértil para o fruto de casca grossa e polpa mole que nasce em um tipo de cacto está localizado principalmente em Turvo, onde os irmãos Feltrin iniciaram a lida com a “prima” do kiwi em uma fazenda às margens da BR-285, que atualmente se chama Recanto da Pitaya. Será nesta mesma localidade que, dentro de um mês, haverá a primeira edição da Festa Nacional da Pitaya Orgânica.  O festejo está programado para acontecer entre 18 e 20 de maio para promover e incentivar a cultura, a comercialização e o consumo de pitaya produzida sob os parâmetros orgânicos. Fazem parte da programação um curso intensivo de cultivo, um seminário com palestras e exposição de produtos derivados da fruta, produtos orgânicos, mudas e gastronomia. Por ser uma planta rústica com floração estimulada por temperaturas elevadas e clima seco, a pitaya se adaptou ao Sul catarinense, onde já existem pelo menos sete hectares com a cultura que trouxe diversificação e sustentabilidade à agricultura familiar do Estado.  O consumo da fruta, que é rica em fibras, minerais, vitamina A e antioxidantes, é recomendado para regular a digestão, melhorar a imunidade e o sistema cardiovascular, além de estabilizar o diabetes, já que transforma a glicose em energia. Veja também: Turismo embarcado para observação de baleias é assunto no STJ Em Siderópolis, obra pública só pode ser inaugurada quando estiver tudo pronto Leia outras publicações de Lariane Cagnini

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Turismo embarcado para observação de baleias é assunto no STJ

Por Lariane Cagnini

14/04/2018 - 04h00

*Por Gabriele Duarte, interina A novela em torno do turismo embarcado de observação de baleias-francas em Garopaba, Imbituba e Laguna deve ter um novo capítulo na próxima semana. A previsão é de que a 2ª turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) aprecie na terça-feira um recurso especial do Ministério Público Federal (MPF), que pede esclarecimento a respeito de suposta contradição no entendimento de segunda instância. Para os procuradores federais, a decisão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) não deixa clara a obrigatoriedade de um estudo de impacto ambiental para que a atividade volte a ser exercida no Sul de Santa Catarina.  O entendimento da relatora Assusete Magalhães, no entanto, é de manter a decisão do TRF-4 sem alterações. A expectativa é de que os demais ministros acompanhem na mesma linha. Dessa forma, faz-se necessária a pesquisa iniciada pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) em 2017 e que deve ser retomada em junho deste ano para avaliar o impacto sonoro das embarcações na vida dos animais. Mas, mais importante que a investigação, no entendimento da Justiça, são o plano de manejo da Área de Proteção Ambiental da Baleia Franca (APABF) e a portaria que estabelece regras para o transporte de turistas próximo aos mamíferos do mar. Com relação a esse último, o chefe da APABF, Cecil Barros, esclarece que o texto foi finalizado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) em dezembro.  — Editamos a portaria a partir de diálogo com o conselho da APA e manifestações das operadoras interessadas sobre as adequações necessárias sem comprometer a segurança operacional. Agora, o jurídico do ICMBio em Brasília avalia a última versão. Está em fases finais e a publicação deve acontecer nos próximos dias — projeta.  Após essa etapa, o plano de manejo que está sendo elaborado pelo base do instituto em Santa Catarina também deve ser finalizado, conforme Barros. O responsável pela região acredita que esse segundo documento será validado entre o final deste ano e o início de 2019. O que não impediria, segundo a sua análise, a ocorrência do turismo embarcado de observação de baleias-franca no Estado ainda em 2018.  — Se a portaria for publicada ainda neste mês, existe a possibilidade de acontecer neste ano — enfatiza Barros.  A proposta da portaria ainda se encontra em análise jurídica pela Procuradoria Federal Especializada do ICMBio, que não informou possível data de publicação. O Instituto Sea Shepherd, que tenta barrar a atividade há cinco anos por entender que há contrariedade em relação a uma norma do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a outra de segurança na navegação, não foi localizado pela reportagem.    Número de avistamentos em queda A temporada de 2017 teve o menor número de baleias desde 2002. Foram 78 mamíferos avistados em dois sobrevoos realizados pelo Projeto Baleia Franca entre julho e setembro, período de maior ocorrência dos animais na região. Em média, são avistadas 109 baleias no litoral centro-sul de Santa Catarina, a maioria de fêmeas acompanhadas dos filhotes recém-nascidos, que estão em fase da amamentação. Ao final da última temporada de avistamento de baleias, a bióloga Karina Groch, diretora de pesquisa do Projeto Baleia Franca, não demonstrou preocupação com os números em queda. A especialista ressaltou, contudo, a necessidade de continuar o acompanhamento para monitorar uma possível nova influência, além daquelas que já são de conhecimento dos pesquisadores:  — Monitorando a flutuação do número de baleias ao longo dos anos, identificamos que a redução tem influência das alterações climáticas, tanto naturais, como o El Niño, quanto intensificadas pelo homem. Essas mudanças comprometem a disponibilidade de alimento para as baleias e isso está associado a taxa reprodutiva — explicou Karina em novembro do ano passado.    Entenda o caso A observação de baleias-franca a partir de embarcações com ou sem motor foi proibida pela Justiça em maio de 2013. A decisão foi tomada devido à ausência de regulação, o que poderia acarretar em impacto ambiental. Em setembro de 2016, o TRF4 entendeu que o ICMBio poderia gerir o turismo embarcado, não sem antes cumprir três exigências administrativas: a portaria, o plano de manejo e o estudo. No ano passado, a prática não aconteceu no litoral catarinense porque o instituto não finalizou esses pré-requisitos a tempo. Leia outras publicações de Lariane Cagnini Veja também: Temporada das baleias-francas chega ao fim com menor número de avistamentos em 15 anos Clésio Salvaro tenta liberação de R$ 2,5 milhões para Hospital Materno-Infantil Santa Catarina

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Em Siderópolis, obra pública só pode ser inaugurada quando estiver tudo pronto

Por Lariane Cagnini

13/04/2018 - 16h17

*Por Gabriele Duarte, interina Aprovado por unanimidade na Câmara de Vereadores, um projeto de lei em Siderópolis tem chamado a atenção em razão da possibilidade de mudar o comportamento dos governantes. A matéria proíbe a inauguração de qualquer obra até que a estrutura esteja completamente finalizada, com equipes montadas e materiais disponíveis para atendimento imediato à população. O texto de autoria do vereador Clademir Manoel de Souza, o Peninha, segue para sanção da administração pública do município do Sul de Santa Catarina, que já demonstrou a intenção de aprová-lo.  Segundo o projeto, a lei se aplica às construções, reformas, recuperações ou ampliações custeadas pelo poder público, que sirvam ao uso direto ou indireto da população, tais como hospitais, unidades de pronto atendimento, centros de saúde municipais, escolas municipais, unidades de educação infantil, creches e estabelecimentos similares, praças, ruas, vias públicas, acessos, pontes, trevos, jardins públicos, academia, parque infantil e equipamentos públicos, unidades e prédios públicos. Infelizmente, não é incomum que autoridades realizem atos de inauguração com toda a pompa possível em um local que ainda não está pronto para funcionar. Isso acontece com maior frequência em anos eleitorais. O Hospital de Olhos, em Criciúma, é um dos principais exemplos nesse sentido.  Se aprovado, o projeto de lei deve frear placas, fitas vermelhas e poses para a foto antecipadas. A expectativa é que comece a valer nos próximos dias.  — Para entregar uma obra à sociedade, ela tem que estar pronta e em funcionalidade. Por isso que, em respeito à sociedade, a gente vai sancionar, sim senhor, essa lei nas próximas semanas — garantiu o prefeito de Siderópolis, Helio Roberto Cesa, à NSC TV.   Leia outras publicações de Lariane Cagnini Veja também: Clésio Salvaro tenta liberação de R$ 2,5 milhões para Hospital Materno-Infantil Santa Catarina

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Clésio Salvaro tenta liberação de R$ 2,5 milhões para Hospital Materno-Infantil Santa Catarina

Por Lariane Cagnini

12/04/2018 - 04h00

* Por Gabriele Duarte, interina Promessa do governo estadual há pelo menos três anos, o Hospital Materno-Infantil Santa Catarina (HMISC), em Criciúma, ainda carece de R$ 2,5 milhões para a construção de uma subestação de energia. A estrutura é necessária para alimentar a rede do hospital e garantir o funcionamento de equipamentos, elevadores e até a abertura de leitos.  Nesta semana, o prefeito Clésio Salvaro esteve em Florianópolis em busca de recursos. O administrador público se reuniu com o secretário estadual da Fazenda, Paulo Eli, para a liberação de um convênio. Eli deve conversar com o governador Eduardo Moreira, que já havia prometido o valor por meio da Celesc há três anos, nos próximos dias.  — De nossa parte tudo foi feito. Apresentamos todos os projetos que cabem ao município e agora aguardamos decisão do governo do Estado — enfatizou Salvaro.  A região Sul de Santa Catarina dispõe apenas de sete leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neonatal no Sistema Único de Saúde (SUS). Os espaços estão disponíveis no Hospital Nossa Senhora da Conceição, em Tubarão. No Estado, são 174 leitos públicos.  Leia outras publicações de Lariane Cagnini Veja também: Youtuber Jout Jout participa de encontro sobre empoderamento feminino em Criciúma Adolescente de 14 anos morre afogada na Lagoa dos Esteves, em Balneário Rincão

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Youtuber Jout Jout participa de encontro sobre empoderamento feminino em Criciúma

Por Lariane Cagnini

11/04/2018 - 04h55

*Por Gabriele Duarte, interina Apontada pela revista Forbes como uma das jovens brasileiras mais influentes, a youtuber Júlia Tolezano estará hoje em Criciúma. Jout Jout, que é embaixadora do Youtube em uma ação junto à Organização das Nações Unidas (ONU) para empoderar mulheres, vai participar de um encontro sobre feminismo. Esta é a primeira vez que a influenciadora digital pousa em Santa Catarina para um evento aberto ao público — em janeiro, ela esteve em Florianópolis para um encontro de video makers organizado pela catarinense Dia Estúdio. O bate-papo, que integra a programação do evento Conexões, organizado pela Bossa Experiências Criativas, acontecerá às 19h no Centro de Eventos Flor de Liz. Ainda há ingressos à venda por R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia).  Começam os preparativos para a Festa da Gastronomia Típica de Nova Veneza A prefeitura de Nova Veneza e a Associação Neoveneziana de Turismo se reuniram no início desta semana para apresentar o projeto da 14ª Festa da Gastronomia Típica do município do Sul de Santa Catarina, que na última edição reuniu 200 mil visitantes e serviu pelo menos 10 mil refeições. As inscrições para comercialização de produtos e serviços já podem ser feitas pelos restaurantes e vinícolas na Secretaria de Cultura, Esporte e Turismo até 20 de abril. Os festejos típicos estão marcados para acontecer entre 14 e 17 de junho.  Leia outras publicações de Lariane Cagnini Veja também: Adolescente de 14 anos morre afogada na Lagoa dos Esteves, em Balneário Rincão

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Adolescente de 14 anos morre afogada na Lagoa dos Esteves, em Balneário Rincão

Por Lariane Cagnini

10/04/2018 - 06h45

*Por Gabriele Duarte, interina Uma adolescente de 14 anos morreu por afogamento na Lagoa dos Esteves, em Balneário Rincão, no Sul de Santa Catarina, na tarde de domingo. A menina, identificada pelo Instituto Médico Legal (IML) como Laura Michels Amâncio, banhava-se na companhia de outros quatro jovens, que conseguiram se salvar- om a ajuda de outros banhistas e de um jet-ski que estava no local. Ela era natural de Içara.  Além dessa ocorrência, outro afogamento foi registrado pelo Corpo de Bombeiros em Balneário Rincão no domingo. Dessa vez, uma banhista foi retirada do mar ainda inconsciente por um soldado que fazia uma ronda na praia. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), na sequência, estabilizou a condição da vítima, que não teve consequências.  Na Operação Veraneio 2017/2018, o Corpo de Bombeiros não havia registrado até então nenhuma morte por afogamento em Balneário Rincão. Em compensação, foram efetuadas 25.097 prevenções a afogamento, que representam ampla maioria dos atendimentos dos socorristas no município. Leia outras publicações de Lariane  

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© 2017 NSC Comunicação
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