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    "Blumenau não está perdendo a Hering", diz presidente após venda da empresa

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    Por Pedro Machado
    28/04/2021 - 14h31 - Atualizada em: 28/04/2021 - 14h41
    Fábio Hering
    Fábio Hering, presidente da companhia, conversou com a imprensa local na tarde desta quarta-feira (Foto: Reprodução)

    A venda da Cia. Hering ao Grupo Soma, anunciada na segunda-feira (26), em nada altera, ao menos por ora, as operações da companhia em Blumenau. Quem garante é o presidente Fábio Hering, que respondeu a perguntas da imprensa local em coletiva virtual na tarde desta quarta-feira (28).

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    — Não é esta fusão que determinará qualquer mudança. Se houver, será por outra razão qualquer — disse.

    O executivo ressaltou que a combinação de negócios com o Grupo Soma foi motivada por sinergias de receita, e que a junção de marcas das duas companhias cria um grande grupo varejista nacional – juntas, Hering e Soma contabilizam mais de mil lojas.

    — A gente cria um grupo forte, sólido, com portfólio de marcas atraente e grande. Serão mais de 12 marcas, cada uma dentro do seu mercado específico, mas interagindo muito fortemente uma com a outra — destacou.

    Fábio disse também que a história da Cia. Hering está e sempre estará ligada à de Blumenau. Aos que reagiram à notícia da venda temendo que a companhia perderá suas raízes locais, o executivo falou em “mundo novo”, que não era preciso se vitimizar e foi enfático:

    — Blumenau não está perdendo a Hering.

    O presidente da companhia fez questão de lembrar que a integração ao Grupo Soma ainda depende da aprovação de acionistas em assembleia e de órgãos reguladores do mercado, como o Cade. Confirmada, pode inclusive abrir oportunidades de ampliação da operação na região.

    — O parque fabril do Vale do Itajaí permanece como está e talvez venha até a crescer, com o aumento do portfólio de marcas do novo grupo — adiantou Fábio.

    Hoje a maior parte da área de confecção da companhia está concentrada em Goiás. O executivo lembrou que movimentos industriais relevantes vêm acontecendo desde 2007, quando a companhia abriu capital, sem que isso afetasse a relação da empresa com Blumenau.

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