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ANTECIPAÇÃO DA PRORROGAÇÃO

Futuro do contorno ferroviário de Joinville ainda sem decisão

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Saavedra
Por Saavedra
15/06/2022 - 17h50
Futuro contorno ferroviário de Joinville retira passagem de trens da área urbana
Futuro contorno ferroviário de Joinville retira passagem de trens da área urbana (Foto: Patrick Rodrigues)

A inclusão das obras dos contornos ferroviários de Joinville e de São Francisco do Sul na prorrogação da concessão da Malha Sul vai depender de determinação do DNIT e da ANTT junto à atual concessionária. A empresa participa dos estudos, faz suas ponderações, mas a decisão final sobre os investimentos caberá ao departamento e a agência. A alegação foi feita por representantes da concessionária em resposta aos questionamentos da Fiesc, realizados durante apresentação dos planos da empresa para a Malha Sul. A reunião foi realizada na tarde desta quarta-feira, em iniciativa da Câmara de Infraestrutura e Logística da federação.

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A pergunta da Fiesc foi sobre a possibilidade de inclusão dos contornos de Joinville (R$ 450 milhões), de São Francisco do Sul (R$ 225 milhões) e de Jaraguá do Sul (R$ 184,4 milhões) na prorrogação da concessão da Malha Sul. A mesma indagação foi feita em relação à novo acesso rodoferroviário do porto de São Francisco do Sul.

Na apresentação, a concessionária mostrou uma série de cenários e possibilidades de investimentos em avaliação. Foi citado que nenhum projeto está descartado, até porque o plano de negócios está em andamento. Mas a decisão final caberá ao governo federal.

A atual concessão da malha ferroviária de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná vence em 2027, mas está em processo de antecipação da prorrogação do contrato. O planejamento prevê assinatura do novo contrato até o final de 2023. Em contrapartida à antecipação, será definida uma série de investimentos, a serem bancadas pela atual concessionária.

A proposta de inclusão dos contornos de Joinville e de São Francisco do Sul na antecipação da concessão surgiu devido à escassez de recursos do governo federal. O atual orçamento da União, por exemplo, não prevê recursos para a retomada das duas obras, paradas desde 2011 para revisão dos projetos.

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