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    Medidas de restrição

    Joinville condiciona liberar maior ocupação de estabelecimentos a recuo ao nível mais baixo de risco

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    Saavedra
    Por Saavedra
    06/09/2020 - 14h55
    Regional de Joinville está em situação "gravíssima" desde o final de julho
    Regional de Joinville está em situação "gravíssima" desde o final de julho (Foto: Reprodução)

    A permissão para maior ocupação pessoas em supermercados, shoppings e outros estabelecimentos comerciais em Joinville também está na dependência da melhoria nos indicadores da matriz de risco do governo do Estado. Mas não será suficiente apenas a redução da situação “gravíssima” para “grave”, como é necessário para outras flexibilizações: será preciso a avaliação ser reduzida para “moderado”, o patamar de mais baixo risco da pandemia na classificação. Só então será permitida ocupação acima dos atuais 30%. A estratégia é da Secretaria de Saúde de Joinville.

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    A classificação de risco do governo do Estado é atualizada todas as quarta-feiras. O nível de maior gravidade é o “gravíssimo”. A escala seguinte é “grave”, seguido por “alto” e “moderado”. Na atualização da semana passada, a maioria das regionais de saúde estava em situação “grave”, com outras cinco em “gravíssima” (Nordeste, Oeste, Alto Vale do Rio Itajaí, Carbonífera e Meio-Oeste). Nenhuma região estava no nível “alto” ou “moderado”. Veja o mapa por regionais aqui.

    Se Joinville e região recuarem de “gravíssimo” para “grave” é possível que os horários de atendimento sejam flexibilizados. No caso dos bares, restaurantes e lanchonetes, também submetidos ao limite de ocupação de 30% da capacidade, os horários foram ampliados em 11 de agosto. Se a matriz apresentar uma nova classificação nesta semana, o período permitido de atendimento ao público deverá ser alterado. Mas os 30% vão ficar até o recuo para “moderado”.

    Em entrevista na última sexta-feira à Rádio Globo de Joinville, o secretário de Saúde alegou que todas as medidas possíveis, dentro do atual cenário, já foram tomadas. A estratégia de ampliar horários, com manutenção de limitação de ocupação de espaços, tem como objetivo evitar aglomerações e atende à recomendação da Organização Mundial da Saúde, conforme o secretário.

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